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Maio 2012 ›› Blog do RODRIGO MATTOS
A concorrência entre o Esporte Interativo e a Globo pela TV Fechada
gerou um aumento de cerca de R$ 500 milhões na receita total dos clubes
com direitos de transmissão do Brasileiro a partir de 2019. Esse valor
foi calculado a partir do dinheiro pago pela Turner, o aumento das
propostas globais e as luvas aos times.
No final do ano passado, a Globo propôs para os clubes a renovação dos contratos de todas as mÃdias do Brasileiro a partir de 2019. Os números apresentados, no entanto, decepcionaram dirigentes. Era oferecido um corte entre 20% e 25% nos valores do atual acordo, dependendo dos clubes. Isso considerando, óbvio, a inflação até lá.
A proposta da Globo girava em torno de R$ 900 milhões pela TV Fechada e Aberta, sendo apenas R$ 60 milhões pelos jogos na Sportv. Havia ainda cerca de R$ 600 milhões mÃnimos pelo pay-per-view. Boa parte dos clubes recusou, mas alguns deles como Corinthians, Vasco e Botafogo aceitaram de olho em adiantamentos.
Então, em dezembro, o Esporte Interativo começou a procurar clubes para fazer uma oferta de R$ 550 milhões por 20 times na TV Fechada, o que representava nove vezes o valor da Globo. Conseguiu atrair times para negociações e fechou com 15 deles %u2013 há dois, Figueirense e Santa Cruz, incertos pois parece terem assinado mais de um acordo.
Considerado o valor proporcional %u2013 já que o canal espera ter 8 clubes no mÃnimo na Série A -, sua entrada representou R$ 225 milhões por ano para os clubes.
Além disso, a Globo foi obrigada a rever a sua proposta inicial. Aumentou o valor a ser pago pela TV Fechada e Aberta para R$ 1,1 bilhão. Ou seja, houve um acréscimo de R$ 200 milhões no pacote inteiro para os clubes.
Por fim, a disputa entre os dois canais obrigou ambos a oferecer luvas em vez de adiantamentos aos clubes. Os valores variaram de R$ 40 milhões até R$ 120 milhões dependendo do time. à difÃcil calcular o valor exato de todas as luvas, mas a ordem de grandeza é entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões. Ou seja, são em torno de R$ 100 milhões a mais por ano considerando que os contratos são de seis anos.
O pay.per-view deve permanecer inalterado, embora clubes como Flamengo tenha obtido garantia de um percentual mÃnimo.
Somados todos os valores, o Brasileiro passou a valer para os clubes cerca de R$ 500 milhões por ano a mais do que a oferta inicial da Globo. Ou seja, todos os seus direitos, consideradas as suas emissoras, atingiram um montante em torno de R$ 2 bilhões. Antes, valeriam R$ 1,5 bilhão.
CLAUDEMIR GOMES
Se estivéssemos falando de uma peça teatral dirÃamos que as semifinais do Pernambucano são divididas em dois atos. Ontem, na Ilha do Retiro, tivemos o encerramento do primeiro ato com uma magra vitória do Sport - 1x0 - sobre o Salgueiro. O espetáculo começou com uma dramaturgia a altura das grandes obras de Nelson Rodrigues, num clássico onde o Santa Cruz atropelou o Náutico, no estádio do Arruda, para construir uma vitória por 3x1, resultado que lhe proporciona uma vantagem substancial no jogo de volta, domingo, na Arena Pernambuco. A mudança de cores, atores e palco, provocou a uma queda de nÃvel escandalosa, fato que o nivelou a uma ópera bufo.
A emoção leva o torcedor a criar fantasmas, e só enxergar aquilo que lhe é de interesse. Na quarta-feira, escudados em retrospectos, os alvirrubros externavam um otimismo exagerado, sentimento que era fundamentado no fato de o Náutico ter levado vantagem nos últimos quatro clássicos disputados com o Santa Cruz.. A vontade de ver o clube se aproximar da decisão, e até da conquista do tÃtulo, fez com que o torcedor alvirrubro não levasse em conta a evolução e o momento positivo do adversário. A vitória do Tricolor do Arruda não foi outra coisa senão a sequência de um crescimento em curso. Evidente que é preciso levar em conta o esquema definido, de forma equivocada, pelo técnico Gilmar Dal Pozzo, que travou a equipe alvirrubra diante de um adversário avassalador. Milton Mendes não alterou a forma do time jogar para o clássico decisivo, coisa óbvia, uma vez que no futebol existe a máxima de que em time que está vencendo não se mexe. As modificações aconteceram do lado do Náutico, e o efeito foi contrário, não apresentou a resposta esperada pelos torcedores alvirrubros.
No jogo do Sport com o Salgueiro, a expectativa era em relação a presença do técnico, Thiago Gomes, ex-assistente de Falcão que assumiu o comando do time rubro-negro interinamente. Nos dias que antecederam a partida foi notória a confusão feita pelos repórteres que cobrem o clube. Não foram poucos os elogios e os adjetivos utilizados para qualificar e ressaltar o jovem treinador que viu cair no colo uma oportunidade de ouro para alavancar sua carreira. Mas a qualificação profissional não pode ser confundida com a forma de tratar, a educação e o fácil relacionamento. O simples gesto de abrir o treino para a imprensa, fez com que Thiago Gomes fosse "vendido" como uma sumidade que estava assumindo o posto deixado por Falcão, e doravante tudo seria diferente.A voz das arquibancadas traduz, com fidelidade, toda a história do jogo. Um time que deixa o campo sob uma sonora vaia, após suada vitória, é porque o desempenho durante os noventa minutos frustrou sua torcida. Pior que o fato de o Sport ter feito uma apresentação bisonha, foi o treinador chegar na coletiva de imprensa e afirmar que houve uma evolução. Como não poderia ser tão contundente numa afirmativa, que ia de encontro a realidade dos fatos, procurou se resguardar ao reconhecer que a torcida tinha razão em externar seu descontentamento através da grande vaia. Em sÃntese: se a diretoria do Sport tinha a intenção de efetivar Thiago Gomes como técnico da equipe profissional, deve ter revisto tal pensamento após sua decepcionante estréia como comandante. O Sport alcançou seu objetivo que era a vitória. Vai a Salgueiro jogar com a vantagem do empate, mas o fraco futebol apresentado no primeiro jogo não provocou bons sentimentos no seio de torcida leonina.
CLAUDEMIR GOMES
O
Sport perdeu ontem - 21/04/16 - um grande amante: o "velho" Humberto
Araújo, que durante as nove décadas bem vividas na cidade de Itambé, alimentou
um amor incondicional pelo clube rubro-negro. Ano passado tive o privilégio de participar
das comemorações dos seus 90 anos e todos os detalhes da decoração eram nas
cores vermelho e preto. Afinal, os detalhes ficaram sob a responsabilidade do
filho, Humberto Araújo, que herdou do pai a paixão leonina.
O "velho" Humberto era uma pessoa fascinante. Firme, sincero e com um sorriso de quem estava sempre de bem com a vida. Gostava de lhe provocar quando o assunto era futebol. Quando o Sport vivia um bom momento ele revelava um receio sobre o desempenho de alguns jogadores; quando o time não se apresentava bem, o mundo parecia desmoronar. Enfim, para ele não existia um limite de satisfação, queria sempre o melhor para o seu clube do coração.
Certa vez, Humberto Filho lhe levou à Ilha do Retiro num dia comum de treino. Ele passeou por toda a vila olÃmpica, esteve em contato com os jogadores... Era notória a felicidade estampada no seu rosto. O "velho" Humberto Araújo definiu os limites do seu mundo e encontrava felicidade nas coisas simples. Sua caminhada foi longa. A medida que foi avançando na estrada da vida, se viu obrigado a dar adeus a muitos amigos. A morte subtrai muitas coisas boas de nossas vidas. Talvez esta seja a maior dificuldade que o homem encontra em aceitá-la.
Claudemir! E o Santinha?
Era dessa forma, seguido de uma boa risada que ele me provocava por telefone. A morte é natural e inevitável. Entretanto, por mais pragmáticos que sejamos, ela machuca quando atinge nossas referências.
ROBERTO VIEIRA
Quando a bola ricocheteou em VinÃcius e entrou, pensei logo no Germano.
Germano diz que tudo no futebol é sorte.
O time pode ser o tampa de crush - sem sorte, não ganha nem par ou Ãmpar.
Pelas palavras do Germano, o Sport é um time largo.
Largo todo.
Pois bem.
O Sport tocou bola e ficou satisfeito com este 1 x 0 sobre o Salgueiro.
Sport que confia na largura no Cornélio de Barros.
Pode ser.
Mas quem acredita na lógica... acha que a final será Salgueiro x Santa Cruz.
O resto fica por conta do Germano.
Torcedor de cartola, aquele que defende incondicionalmente o dirigente, mesmo que ele seja parecido com o pior dos polÃticos.
Torcedor de renda, o cara que comemora a renda mesmo sem ir ao estádio. O placar? Não importa, o negócio é o dinheiro que, dizem, vai para os cofres.
Torcedor de quota de TV, elemento que acha o máximo dizer que seu time leva mais grana da televisão do que o rival. Mesmo que saia derrotado no clássico.
Torcedor de propaganda na camisa, o sujeito que se orgulha do faturamento com os anúncios no fardamento, mesmo que os valores revelados sejam pouco confiáveis.
Torcedor de Sócio Torcedor, aquele cara que celebra a quantidade de participantes do programa de associados de seu time, e nem quer saber se os números são anabolizados.
Tordedor de BALANÃO!!! Sim, o camarada que olha os resultados financeiros do seu clube e vê prejuÃzo como lucro, déficit como superávit, credor como devedor.
Está faltando quem torça de verdade pelos clubes. Que cobre do cartola, que tenha o time de coração acima de tudo, inclusive dirigentes, rendas, quotas de TV, propagandas na camisa, programas de sócios, balanços financeiros... tudo.
Mas isso na realidade é nada, e não surpreende num paÃs como o Brasil, onde parcela razoável do povo, inclusive a que tem acesso à informação, age alienadamente, fecha os olhos para a nossa história, ignora as páginas mais obscuras. Tolera o intolerável.
Muitos de nós permitem e aplaudem a celebração do que há de pior. Quanta ignorância. Regredimos. Em diversas frentes. O futebol, claro, também sofre.
Mesmo assim, torçamos. Tenhamos Esperança!