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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
O amigo, Bernardino Magalhães, é um sertanejo de Serra Talhada que morou um bom tempo no Recife. Na Capital alimentou o gosto pelo futebol ao se aproximar de dirigentes, jogadores e cronistas esportivos. A volta ao Interior não arrefeceu sua paixão pelo esporte mais popular do PaÃs, fato que o leva a me ligar toda semana para falar do seu Sport, do futebol pernambucano e da Seleção Brasileira.
Há muito que o Dino vem gritando: "Fora Dunga". Após os empates da Seleção Brasileira com o Uruguai e o Paraguai, ambos pelo mesmo placar (2x2) e com apresentações bisonhas, onde o desempenho da equipe revelou uma dissonância com o placar, a impressão que temos é que o seu grito começou a ecoar pelo Brasil afora. Coisas do futebol de resultados. Me sinto bem confortável para criticar o trabalho do Dunga porque sempre me posicionei contra sua escolha para o comando da Seleção, e a forma açodada como tudo foi feito. Coisa de uma confederação desastrosa e sem planejamento.
Sou um crÃtico costumaz da análise de futebol por resultados. Os treinadores, em sua maioria, e os torcedores, no alto de suas paixões, defendem a tese do "o importante é vencer, mesmo que jogue mal". O momento nos mostra que a Seleção Brasileira não tem somado vitórias, tampouco apresentado um futebol de boa qualidade. O problema não está na qualidade dos jogadores, e sim, nos conceitos do técnico. Está mais que provado que Dunga não evoluiu. O êxodo dos jogadores sul-americanos para o futebol europeu provocou uma evolução em todas as seleções do continente. O Brasil, que tem atletas nos melhores clubes europeus, não conseguiu potencializar coletivamente a evolução tática dos jogadores.
O mestre, Gustavo Krause, costuma dizer que "futebol não aguenta desaforos". O Paraguai apresentou um futebol objetivo e envolvente no primeiro tempo, quando colocou o time brasileiro na roda, e marcou o seu primeiro gol. No inÃcio do segundo tempo marcou o segundo gol. Depois se absteve de jogar, cedeu terreno e acabou cedendo o empate. Por pouco não levou o terceiro gol no último minuto do jogo. Ora! O Brasil estava jogando mal, mas seus jogadores não são bobos, têm qualidades, e o adversário pagou caro pelo desaforo de não considerar tal realidade.
Tudo na vida pode ser analisado por ângulos diferentes. Por certo a comissão técnica e os jogadores da Seleção Brasileira devem estar exaltando o poder de reação da equipe. A reação é fato e não pode ser contestada. Entretanto, para quem esteve atento ao desempenho do time, e as propostas do treinador, a igualdade do placar foi fruto da individualidade de alguns jogadores. Em determinado momento, Dunga, que sempre escalou o time com dois volantes, retirou os dois homens que davam proteção a zaga e colocou em campo jogadores avançados. E o Brasil acabou chegando ao empate com a tática da pelada: salve-se quem puder.
O fato de ver o Brasil na sexta colocação na tabela, fora da zona de classificação não assusta. O que me deixa em pavorosa é saber que o técnico segue firme e forte no comando da Seleção. Resta torcer para que o grito do Bernardino se torne uma corrente: "Fora Dunga".
CLAUDEMIR GOMES
O futebol de resultados provoca incertezas. E as incertezas levam os analistas a elucubrações. O torcedor é levado pela emoção, mas também é lucido, sabe que somente o bom desempenho é possÃvel dar sustentação aos crescimentos técnico e tático das equipes. Os resultados, por si só, provocam insegurança, como temos observado nos comportamentos de rubro-negros e tricolores em relação as participações de Sport e Santa Cruz nas quartas de final da Copa do Nordeste, que começa a ser disputada nesta quarta-feira. A partir desta fase a competição passa a ser disputada pelo sistema mata, mata, o que torna o futuro ainda mais incerto.
Escudado na boa campanha descrita no Brasileiro da Série A em 2015, o Sport, antes de a bola rolar, era, dentre os vinte participantes da edição 2016 da competição regional, o mais cotado a chegar às finais. Entretanto, uma série de fatores conspiraram contra o trabalho do técnico, Paulo Roberto Falcão. A partir de uma reposição de peças equivocada, o treinador leonino, que tem se notabilizado pelo esforço em transferir responsabilidades, não conseguiu ajustar o time, que ainda não conseguiu apresentar um futebol convincente.
Mas os ventos sopraram a favor do Sport que busca o seu quarto tÃtulo na Copa do Nordeste. No sorteio das chaves das quartas de final, o rubro-negro pernambucano pegou como adversário o CRB de Alagoas, que classificou para a próxima fase como primeiro colocado do Grupo B com dez pontos ganhos, a menor pontuação dentre os que encerraram a fase de classificação como lÃder em seus respectivos grupos. Caso referende seu favoritismo com uma nova classificação, os leoninos enfrentam o vencedor do duelo entre Campinense e Salgueiro nas semifinais. O Campinense, que tem em seu acervo uma conquista da Copa do Nordeste se credita por ter feito a segunda melhor campanha na primeira fase da disputa. O rubro-negro paraibano segue invicto e o fato de ter vencido o Salgueiro duas vezes, na fase anterior, é cotado para avançar à s semifinais.
A volta de Diego Souza enche o torcedor rubro-negro de esperança. Afinal, nada substitui o talento. Em 2014, quando conquistou o tÃtulo da Copa do Nordeste numa decisão com o Ceará, o Sport decolou justamente a parte do momento em que a disputa passou para o sistema mata, mata.
A classificação para a Série A elevou o status do Santa Cruz no cenário nacional, entretanto, a diretoria do Clube do Arruda incorreu no mesmo erro cometido em 2006, último ano em que disputou à Primeira Divisão Nacional: manteve um grupo com perfil de Série B e investiu na contratação de catorze profissionais, sem se preocupar com a qualificação que é imprescindÃvel para a sobrevivência no maior campeonato do PaÃs.
A fraca campanha no Pernambucano e a dificuldade de classificação na Copa do Nordeste provocaram a queda do técnico Marcelo Martelotte, que ao deixar o clube atribuiu o fraco desempenho do time neste inÃcio de temporada, também ao comportamento dos dirigentes.
Sem tempo para buscar culpados, a ordem no Santa Cruz é reagir na competição regional, onde, para chegar a final terá um difÃcil caminho a trilhar: enfrenta o Ceará nas quartas de final e, caso avance enfrentará o vencedor do confronto entre Bahia e Fortaleza.
Apesar das incertezas, existe a possibilidade de uma final pernambucana: Sport x Santa Cruz. Coisas do futebol, como diria o Edvaldo Morais em sua época de plantão esportivo.
Blog do Erich Beting
Quando o Clube dos 13 foi implodido, há questão de cinco anos, um dos
principais articuladores da mudança do sistema de pagamento aos clubes
pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro foi Marcelo
Campos Pinto, então diretor de esportes da Globo.
Hábil negociador, Campos Pinto sabia que, naquele momento, a implosão do sistema de negociação individual dos clubes era bom para ele e para a emissora que trabalhava.
A situação, naquela época, era a seguinte. O Clube dos 13, pela primeira vez na história, havia criado um modelo de venda de direitos muito similar ao que acontece na NFL, a liga que mais fatura em direitos de transmissão no mundo. Em vez de buscar as emissoras para transmitir com exclusividade a competição, a NFL entrega jogos exclusivos para todas elas.
A lógica de mercado é simples. Em vez de ganhar muito de uma fonte só, a liga espalha entre diversas empresas seus diferentes produtos, criando valores distintos para cada um deles. O modelo, que começou lá nos anos 70 a ser implementado pelos americanos, beneficiou-se de um mercado aquecido de direitos de mÃdia. Hoje, por ano, a NFL ganha quase US$ 8 bilhões. As emissoras disputam, com valores estratosféricos, direitos sobre uma conferência, sobre o jogo do domingo à tarde, da segunda-feira à noite, da quinta-feira, do sábado, etc.
O Clube dos 13 estava, há cinco anos, tentando ainda de forma embrionária buscar esse modelo. Como havia uma disputa mais acirrada na TV aberta (Record e Rede TV! sinalizavam interesse em participar da concorrência), a ideia era os clubes faturarem mais da TV, mesmo que no final das contas terminasse com uma única empresa ganhando a disputa.
O que aconteceu, porém, foi um embate gigantesco por poder polÃtico entre um grupo liderado por Kleber Leite e Andrés Sanchez, tendo como mentor e incentivador Ricardo Teixeira, e o outro pelos lÃderes do Clube dos 13, então personificados em Fábio Koff e AtaÃde Gil Guerreiro.
Guerreiro era o maior articulador do novo modelo de negociação da TV. A ideia era de realizar concorrência a cada três anos, abrindo cada vez mais espaço para jogos exclusivos para quem se interessasse pelos direitos. Além disso, ele traria para os clubes a geração de imagem das partidas, conceito que é premissa básica em qualquer evento, mas que ainda está muito, mas muito distante, de ser implementado no Brasil, que ainda tem na Globo não só a detentora dos direitos de transmissão, mas também a responsável por gerar as imagens.
Em meio a essa ideia, veio a briga pelo poder. Sem vencer as eleições, o grupo Teixeira-Leite-Sanchez decidiu, então, implodir o contrato de televisão. Puxados pelo Corinthians, os clubes sondaram Campos Pinto para a negociação individual.
Para a Globo, o negócio, naquele momento, era vantajoso.
O contrato individual acabaria com o projeto de trazer mais para a mão do C13 o controle sobre a distribuição das imagens do Brasileirão e, logicamente, a divisão por diferentes emissoras da transmissão do campeonato.
Agora, cinco anos depois, o feitiço começa a virar contra o feiticeiro. O que teoricamente Campos Pinto deixou como legado para a emissora hoje é um Frankstein. Exatamente pelo fato de cada clube negociar individualmente seus contratos que houve brecha para que o Esporte Interativo iniciasse as conversas para comprar os direitos do Brasileirão na TV paga com alguns clubes.
Hoje, com a negociação na base do %u201Ccada um por si'''', quem quer comprar tem um trabalho 20 vezes maior, pelo menos, para adquirir os direitos de transmissão. Em vez de sentar com um único interlocutor e conseguir um acordo pela principal competição do paÃs, é preciso ir a cada clube e conversar individualmente com eles. Isso deixa o processo muito mais demorado e, mais do que isso, incerto.
à só ver a bagunça em que se transformou a negociação dos direitos do Brasileirão na TV paga para o perÃodo 2019-2024. Se o formato de disputa não se alterar, o torneio terá 20 clubes, mas Globosat e Esporte Interativo já fecharam acordo com pelo menos 30 agremiações.
No final das contas, a TV virou refém do próprio sistema que ela ajudou a criar. E, ao que tudo indica, pelo menos até 2024 não há previsão de que os clubes se organizem para voltar à negociação coletiva dos direitos.
CLAUDEMIR GOMES
No
sorteio realizado na tarde desta quinta-feira, os três clubes
pernambucanos que disputarão as quartas de final da Copa do Nordeste
caÃram em grupos diferentes, fato que abre a possibilidade de Sport
e Santa Cruz serem protagonistas da final da edição 2015 da
competição regional. Sport e Salgueiro, que já estão
classificados para as semifinais do Pernambucano poderão medir
forças nas semifinais do torneio regional. Para que isto aconteça
os leoninos terão que vencer o CRB e o Salgueiro passar pelo
Campinense, adversário com quem mediu força na fase de
classificação e amargou duas derrotas.
A partir das quartas de final a Copa do Nordeste passa a ser disputada pelo sistema mata, mata. Os jogos de ida serão disputados na próxima quarta-feira, dia 30 de março, e a segunda partida acontece no domingo, 3 de abril. Santa Cruz e Salgueiro, por terem se classificado em segundo lugar, em seus respectivos grupos, farão o primeiro jogo da próxima fase como mandantes. O Sport se classificou como primeiro colocado do grupo, fato que lhe deu a vantagem de fazer o segundo jogo na Ilha do Retiro.
Jogos das quartas de final:
Ceará x Santa Cruz;
Bahia x Fortaleza;
Sport x CRB;
Campinense x Salgueiro
Semifinais:
O
vencedor do confronto Ceará x Santa Cruz enfrentará o vencedor do
confronto Bahia x Fortaleza.
O vencedor do jogo Sport x CRB medirá força com o vencedor de Campinense x Salgueiro.
CLAUDEMIR GOMES
O dia amanheceu feliz! Este o sentimento do torcedor ao tomar conhecimento que, dos oito clubes classificados para as quartas de final da Copa do Nordeste, três são pernambucanos o que nos leva a marca expressiva de quase 40%. Diante de tal realidade seria uma insanidade afirmar que tudo não passa de uma ilusão ótica. Afinal, matemática é ciência exata, e a classificação de cada clube - Sport, Santa Cruz e Salgueiro - se deu pela adição dos pontos conquistados por cada um em seus respectivos grupos, na fase de classificação.
O futebol tem dessas coisas, e muitos dos cenários desenhados pelos resultados não condiz com a performance apresentada pelos times em campo. A partir daà nos serão servidos uma infinidade de autoenganos. Tanto o Estadual como a Copa do Nordeste funcionam como laboratórios, através dos quais os clubes se ajustam visando o Campeonato Brasileiro. Sport e Santa Cruz são os dois únicos representantes da Série A nas duas competições, e o futebol apresentado por ambos, até o momento, não levam seus torcedores a terem bons sentimentos em relação à s futuras campanhas no maior campeonato do PaÃs.
O que para o Salgueiro, nosso representante na Série C nacional, clube com 11 anos de fundação, é um feito elogiável, para os centenários clubes da Capital, a classificação para a próxima fase da Copa do Nordeste é mais que obrigação, fato que gera uma cobrança por parte do torcedor, por um melhor desempenho, uma melhor desenvoltura e um melhor posicionamento tático dentro de campo. Sport e Santa Cruz vencem, mas não convencem tanto no Pernambucano como na Copa do Nordeste, embora os leoninos tenham se classificado como primeiro do grupo e têm a chance de passarem às semifinais do Pernambucano na primeira posição da tabela, precisando para isso que a combinação de outros resultados lhe seja favorável. O técnico, Paulo Roberto Falcão tenta tapar o sol com uma peneira ao atribuir, o fraco rendimento do time do Sport ao fato de o clube está disputando duas competições simultaneamente, como se isto fosse novidade no futebol brasileiro. Até no organizado futebol europeu os clubes disputam competições simultâneas, o que leva as equipes a atuarem nos fins e nos meios de semana.
As atuais edições do Pernambucano e da Copa do Nordeste são de uma pobreza técnica muito grande, a pior desde que a competição foi criada em 1994, o que expõe, ainda mais, a fragilidade das "potencias" que representarão o futebol pernambucano na Série A. O técnico, Marcelo Martelotte, proibiu qualquer tipo de comemoração por parte dos jogadores do Santa Cruz, em alusão à classificação à s quartas de final da Copa do Nordeste. Nada mais lúcido. Afinal, torcedor também sabe fazer leitura de jogo, e não se deixa embriagar apenas por resultados. Não sei se podemos aplicar ao futebol a máxima de que "o futuro se constrói hoje". Se for possÃvel, o futuro me parece sombrio.