Histórico
Acontece
O segundo time dos brasileiros
postado em 04 de outubro de 2015

Blog do Rodrigo Mattos


Desde de julho do ano passado que o Barcelona colocou o Brasil como uma das suas prioridades para expansão em patrocínios e torcida no mundo. Como há times fortes no país, a estratégia é transformar a equipe na segunda na preferência dos brasileiros, como explicou ao blog o diretor comercial Laurent Collet.

O clube percebeu o potencial do Brasil como mercado consumidor ao constatar que se trata da terceira nação em número de seguidores no facebook do Barça, atrás apenas da Indonésia e a do México. Segundo a diretoria, pesquisas de marketing apontam que o clube tem 300 milhões de torcedores, sendo 97% fora da Espanha.

%u201CSabemos que há uma forte cultura de futebol aqui no Brasil, e clubes fortes. Mas queremos que os brasileiros torçam pelo Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo, mas tenham como segundo time favorito o Barcelona'''', explicou Collet.

A expansão para o Brasil já rende dinheiro para o clube. Primeiro, havia uma parceria com a Gillette para a América Latina, depois fechou-se contrato com a Glade para o Brasil. Há um acordo com o Pé Baruel também. Neymar aparece como carro-chefe da campanha do Barcelona no Brasil à frente de Messi, ao contrário do que ocorre na Europa.

%u201CTemos o direito de usar a imagem de cinco jogadores. Neymar é importante, mas temos outros brasileiros como Dani Alves, Rafinha e Adriano'''', contou Collet.

Neymar tem seus contratos individuais de marketing, separados do Barcelona. Mas há sinergia entre as duas operações com o pai de Neymar atuando para levar contratos ao time espanhol.

Outra forma de ganhar dinheiro é com escolhinhas: são duas em São Paulo e uma no Rio de Janeiro. Quem está encarregado do projeto é a Klefer, empresa investigada no caso Fifa. Collet disse que, por enquanto, não há nenhuma previsão de alterar a parceira.

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Copa Sul-Americana
EL AGUJERO
postado em 01 de outubro de 2015

JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


O Sport encerrou a sua temporada na noite de ontem de forma melancólica, ao ser derrotado pelo Huracán da Argentina pelo placar de 3x0 pela Copa Sul-Americana.

De agora em diante os jogos que faltam pelo Brasileirão servirão apenas para a soma de mais alguns pontos, para que o clube possa continuar na maior divisão nacional como um mero figurante.

Em espanhol a defesa do time da Ilha do Retiro é chamada de ¨El Agujero¨ que em português significa ¨O  Buraco¨, e o que assistimos no jogo de ontem é mais grave, qundo o agujero é mais profundo e existe em todos os caminhos que nos levam à Ilha do Retiro.

O time é ruim, viveu de uma mentira enganosa no início da competição, que serviu para iludir os torcedores, mas quando os outros clubes melhoraram a verdade aflorou, e todos viram que esse não tinha nada a apresentar.

O ex-jogador e hoje comentarista Edinho, que estava analisando o jogo, em poucas palavras retratou o futebol brasileiro, quando afirmou que o tamanho desse era observado no time da Ilha do Retiro, que chegou a liderar o Brasileirão, e estava levando um baile do 24º colocado entre 30 clubes do Campeonato Argentino, e que tinha vindo da 2ª Divisão. 

Até o fair play a equipe rubro-negra perdeu, quando partiu para a violência de forma desproposital, com dois jogadores expulsos, inclusive o treinador Falcão por reclamação do nada, desde que não tinha nenhum motivo para tal.

O que falar do jogo? O gol perdido por Andre? A dupla de agujeros da zaga rubro-negra? Um fato inusitado aconteceu conosco, ao descobrirmos que Wendel estava jogando sómente após a sua expulsão no final da partida.

O sonho de internacionalização morreu de forma triste, com um olé no gramado, e uma equipe pífia perdida nas terras portenhas.

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