Histórico
Acontece
O Barça é quem vende mais camisas no Brasil
postado em 06 de maio de 2015
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, AS CAMISAS DO BARÇA SÃO AS MAIS VENDIDAS NO BRASIL. E DAI?


Ricardo Araujo - blog Novas Arenas, Revista Exame.

Pânico na mídia. Descobriram que o Barcelona é o clube que mais vende camisas no Brasil.  Mas isso é algo para causar tanta preocupação?

Estudo recente revelou que dos 10 clubes que mais vendem camisas no Brasil, a metade são europeus, inclusive o líder de vendas, o Barcelona. E percebi que essa "descoberta" causou assombro em boa parte da mídia esportiva brasileira.

Mas afinal o que isso tem de tão preocupante? Que os gigantes europeus trabalham o marketing além fronteiras há muitos anos, não é novidade. Que seus campeonatos, marcas e craques, frequentam nossas Tvs em tempo semelhante também não. Então porque o choque?

Quem compra camisas do Flamengo no Brasil? Majoritariamente a torcida do Flamengo. E do Palmeiras? Idem a torcida do Palmeiras. E quem compra camisas do Barcelona, do United, do Bayern, e do Real Madrid por exemplo? Simples. Torcedores de todos os clubes. Então, ter as camisas do clube cujo time conta com o melhor jogador do mundo, e o melhor jogador brasileiro, como as mais vendidas, chega a ser tão surpreendente?

A Adidas acaba de prorrogar o contrato de fornecimento de material com o Bayern por 10 anos, a partir de 2020. O clube alemão receberá 900 milhões de euros no período. Muito? Esse ano a Adidas já havia "tomado" o Manchester United da Nike, com um contrato também de 10 anos (2015/25), pela bagatela de 1 bilhão de euros. Por que será que pagaram tanto?

Uma camisa oficial de um clube europeu custa no Brasil o equivalente a uma camisa oficial de um clube top brasileiro. Que perfil de consumidor possui poder aquisitivo para pagar às vezes perto de R$ 200 por uma camisa do clube do coração? A "massa"? Não. Esse produto é direcionado aos torcedores das classes A e B, os enxovalhados "coxinhas", que compram muitas vezes não apenas a camisa número 1, mas a 2ª e 3ª camisas. Sim, eles fazem coleção. E são os torcedores com esse perfil os mesmos que além disso podem se dar ao luxo de colecionar as camisas dos grandes times europeus, principalmente.

O que quero dizer, é que essa situação irá me preocupar, no dia em que estudos comprovarem que nossos torcedores estão deixando de consumir as camisas dos respectivos times do coração brasileiros, pelas camisas do Barça, Real etc.

E isso ainda não está ocorrendo, e não creio que ocorrerá. Serão consumos paralelos. As marcas que conseguiram (ou conseguirem no futuro) se tornar globais, colhem os frutos do plantio, e isso acontece em qualquer segmento, esportivo, automotivo, de bebidas, ou qualquer outro.

Sem pânico.

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Acontece
ESPN fecha rádio e demite três
postado em 06 de maio de 2015

Blog do MENON


Depois de oito anos, o projeto da Rádio ESPN chega ao fim. Atualmente apenas na web, depois de parcerias com as rádios Eldorado, Estadão e Capital, a rádio termina as transmissões por falta de viabilidade econômica. "Basta ver as demissões na Jovem Pan e na Bandeirantes. Nós aplicamos muito dinheiro na rádio nesse período todo e agora é hora de parar'''', diz João Palomino, executivo da ESPN.

Em um momento de contração de mercado, ele comemora o aumento da equipe, apesar do fechamento da rádio. "Nosso time é de 14 pessoas, 5 repórteres, 5 produtores, um coordenador e três operadores. Os operadores deixam a empresa e serão repostos por outros profissionais. E contrataremos mais duas pessoas para o nosso novo projeto'''', conta o executivo.

Internamente, é chamado de The Hub. É uma central de produção digital que produzirá conteúdo para os dois sites da ESPN e para as plataformas que reproduzem o conteúdo: metrô, shopping, rodoviária etc. "Por que ficar só no áudio. Podemos ter o áudio, com fotos e vídeos. Os repórteres da rádio entenderam isso muito bem e abraçaram a ideia. Continuarão conosco, o Eduardo Affonso, o Eduardo de Menezes, o Felipe Camargo, o Flávio Ortega e o Sérgio Loredo. Enfim, tomamos duas decisões muito importantes. Uma olha para o futuro com a produção de conteúdo e outra mantém empregos, o que é uma vitória no mercado atual''''.

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Campeonato Pernambucano
Uma canetada nos minutos finais
postado em 05 de maio de 2015

JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


O que se passa no futebol de Pernambuco ultrapassa os limites da avacalhação.

Nas bastasse a canetada que modificou as Normas da competição, no último domingo saiu mais uma Resolução, fruto de uma canetada BIC, que alterou mais uma vez o regulamento, ao desconsiderar o número de 19 gols marcado pelo atacante Kyros, do Porto de Caruaru, sob a alegação de que só valeriam os jogos do ridículo Hexagonal do Título, semifinais e finais, para que fosse conhecido o jogador com maiores números de bolas nas redes.

Segundo os "gênios¨ da mentora do futebol de Pernambuco, o primeiro turno do Campeonato não valeu nada, o Hexagonal do Rebaixamento valia tanto com uma moeda furada, e os gols marcados pelos atletas que atuaram nesses deveriam seguir o mesmo caminho do estadual, a estação de tratamento de esgoto.

Na verdade, o campeonato é um só, e mesmo se apagasse o primeiro turno, Kyros foi o artilheiro do Hexagonal contra a degola, com menos jogos do que os daqueles que jogaram o outro torneio, as semifinais e finais.

Não entendemos como um Regulamento aprovado por um Conselho Técnico e que não pode ser mais modificado, sofra tantas influências das canetas.

O mais grave, os dirigentes dos clubes assistem a tudo de forma passiva. Isso não é mais subserviência, é uma doença patológica.

Esse estadual, não pode ser considerado como uma competição séria, e sim uma esculhambação geral.

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Copa América
Os "europeus" serão a maioria
postado em 05 de maio de 2015


CLAUDEMIR GOMES

 

Dos 23 jogadores convocados por Dunga para defenderem a Seleção Brasileira na Copa América, no próximo mês, no Chile, apenas 4 jogam no Brasil: os goleiros, Jefferson e Marcelo Grohe; o volante,Elias e o atacante, Robinho. Os outros 19 estão vinculados a clubes do exterior. Vem gente até da China, como é o caso do atacante, Diego Tardelli. O fato ressalta o efeito do êxodo dos nossos melhores jogadores, que contribui diretamente para a queda da qualidade do futebol praticado no País.

O efeito dessa avassaladora fuga para continentes, que têm condições de pagar salários milionários, também é visto em outros países sul-americanos. Como efeito, vamos ter na Copa América do Chile, um grande desfile de craques "europeus", que deverão render em suas respectivas seleções menos do que rendem em seus clubes. Por razões óbvias, a mais antiga competição de seleções do planeta deverá contar com seleções cujo rendimento está abaixo do esperado, uma vez que, todos os jogadores que atuam na Europa estarão vindo de um final de temporada. O desgaste é inevitável.

Na atual edição da Champions League foram inscritos 76 jogadores brasileiros. O número de brasileiros só foi inferior ao número de espanhóis. Dentro deste contexto podemos afirmar que a margem de acerto de Dunga na formação do seu exército foi infinitamente maior que a margem de erros.

Os convocados:

 

Goleiros :

Diego Alves - Valencia-ESP ; Jefferson - Botafogo; Marcelo Grohe - Grêmio

Laterais :

Danilo - Porto-POR; Fabinho - Monaco-FRA; Filipe Luis - Chelsea-ING; Marcelo - Real Madrid-ESP

Zagueiros:

David Luiz - Paris Saint-Germain-FRA; Marquinhos - Paris Saint-Germain-FRA; Miranda - Atlético de Madri-ESP; Thiago Silva - Paris Saint-Germain-FRA

Meio-campistas:

Casemiro - Porto-POR; Douglas Costa - Shakhtar Donetsk-UCR; Elias - Corinthians; Everton Ribeiro - Al Ahli; Fernandinho - Manchester City-ING; Luiz Gustavo - Wolfsburg-ALE; Philippe Coutinho - Liverpool-ING; Willian - Chelsea-ING

Atacantes:

Diego Tardelli - Shandong Luneng-CHN; Neymar - Barcelona-ESP; Roberto Firmino - Hoffenheim-ALE; Robinho - Santos.

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Futebol Brasileiro
O que os títulos dos estaduais representam para o Brasileiro? Nada
postado em 04 de maio de 2015

Danilo Verpa/Folhapressjogadores-do-santos-comemoram-gol-de-david-braz-na-final-do-paulista-1430682875990_615x300

Blog do RODRIGO MATTOS


Encerrados os Estaduais, títulos festejados, os times terão apenas uma semana para iniciar o Brasileiro. Sempre fica a pergunta: o que as taças dos campeonatos regionais nos dizem sobre os futuros desempenhos das equipes na Série A?

Para responder essa pergunta, é preciso olhar o histórico dos Estaduais desde a implantação dos pontos corridos. Foram 12 campeonatos nacionais desde 2003, e apenas em quatro deles os campeões tinham vencido os regionais. Foram o Cruzeiro (2014, 2003), Fluminense (2012) e Flamengo (2009). Ou seja, um terço dos títulos foi para campeões em seus Estados.

São 12 agremiações consideradas grandes no país que atuam em quatro Estaduais, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul (que não ganhou nenhuma taça nos pontos corridos). Como são quatro campeões por ano dessas competições, majoritariamente grandes, há uma chance de um terço deles conquistarem o título.

Em resumo, ganhar Estadual, estatisticamente, não significa nenhum aumento de chance de prevalecer no Brasileiro. Ressalve-se: isso não diminui a importância dos títulos, apenas é uma análise sobre se servem como parâmetro no âmbito nacional. Campeões, Santos, Vasco, Inter e Atlético-MG podem até se dar bem, mas não será por conta de seus bons desempenhos nestes primeiros meses.

Basta ver um exemplo: o São Paulo tricampeão, time mais dominante da era dos pontos corridos, não levou nenhum Paulista no período. O Santos e o Flamengo, maiores campeões nos Estaduais do eixo Rio-SP nesta época, só levaram duas taças nos pontos corridos.

E como se explica essa falta de relevância do regional para o Brasileiro se os campeões enfrentam rivais fortes nas fases finais? Há vários fatores: diferenças de formatos dos campeonatos, necessidade de elenco, alterações nos times durante o ano, prioridade para a Libertadores, etc.

Um exemplo é o Santos. Foi claramente superior aos rivais no Paulista. Mas tem um time, não um elenco para vários meses. Suas dificuldades financeiras podem começar a pesar mais adiante. Será que o time conseguirá repetir o desempenho em oito meses de Brasileiro? Pode ser que sim, mas certamente não é o Estadual que vai indicar isso.

Dito isso, findo o Estadual e a primeira fase da Libertadores, é como se iniciasse outra temporada para o futebol brasileiro a partir da próxima semana.

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