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Candidatos omitem dados em seus discursos
postado em 22 de outubro de 2014

Blog do RODRIGO MATTOS


Na reta final da campanha presidencial, os candidatos Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) voltaram a usar a Copa-2014 em suas campanhas, a presidente de forma positiva, e o oposicionista, com enfoque negativo. Só que ambos omitem dados do eleitor para pintar o quadro que lhes é mais favorável.

De início, antes da sua realização, o Mundial aparecia com um papel relevante na eleição. A oposição fazia críticas aos atrasos de obras, e o governo federal defendia o legado do evento. Concluída a competição, com boa avaliação dos estrangeiros à operação, as menções passaram a ser tímidas. Até que o tema sumiu da pauta.

Mas, na reta final do segundo turno, o Mundial voltou a ser usado pelos candidatos, de forma direta e indireta. Quem levou a competição para o horário político foi o candidato do PSDB.

Em seus programas, ele atacou o governo por realizar a Copa mais cara da história. Em outra peça de propaganda, o texto menciona os altos preços das arenas: "Você sabia que só com o dinheiro desviado da Petrobras para o PT daria para fazer mais 12 estádios da Copa? E porque aqueles preços, hein?"

De fato, os estádios saíram por um total de R$ 8 milhões. Só que, quando era governador de Minas Gerais, Aécio Neves foi o idealizador do projeto para incluir Belo Horizonte na Copa, com participação ativa em eventos da Fifa com o amigo e então presidente da CBF Ricardo Teixeira. Aquele cartola que prometeu um Mundial apenas em estádios pagos com dinheiro privado.

Isso não impediu o governo de Aécio de elaborar um modelo para reforma do Mineirão com uma PPP (Parceria Público Privada) cheia de recursos públicos. O total do custo previsto para o Estado durante os anos é de R$ 695 milhões, o que o tornou o quarto estádio mais caro do Mundial. O projeto, de fato, foi tocado pelo seu sucessor e aliado Antônio Anastasia.

E o preço ainda pode subir bastante em relação ao que foi divulgado. A PPP prevê que o governo estadual tem que ressarcir a administradora do Mineirão caso esta não atinja determinado nível de renda. A empresa tem perdido recursos porque o Cruzeiro, principal utilizador do estádio, não paga suas despesas.

A história que Dilma Rousseff conta da Copa-2014 também não é completa. Primeiro, virou um mantra para a presidente repetir que "está investindo R$ 143 bilhões em projetos de mobilidade urbana". A "Agência Pública" mostrou que, para atingir esse total, o Ministério das Cidades incluiu os programas do Mundial.

Só que boa parte dos projetos de mobilidade foi excluída da matriz de responsabilidades do Mundial porque não ficaria pronta para a competição. No total, eram R$ 11 bilhões para o setor, número que caiu para R$ 7 bilhões. Como o documento de acompanhamento de obras do governo federal não foi atualizado, não dá para saber sequer se esse segundo número foi concluído. Certo é que cidades como São Paulo, Brasília, Salvador e Manaus ficaram sem os projetos de transporte prometidos.

O programa de governo de Dilma diz que o Mundial "no Brasil é a vitória política de um país que tem vencido a crise econômica internacional com a geração de empregos e distribuição de renda, é a vitória de um país que hoje é respeitado internacional, é a vitória da confiança na capacidade do povo brasileiro e a derrota do pessimismo".

O impacto econômico positivo do Mundial para o Brasil, no entanto, não é um consenso nem no governo federal. Em balanço final,  Dilma e aliados afirmaram que houve R$ 30 bilhões em receitas geradas por turismo. Mas o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a própria presidente culparam a Copa pela recessão vivida pelo Brasil no primeiro semestre. Ambos afirmaram que o grande número de feriados ocorridos por conta da competição afetou a atividade econômica.

Pior, o governo federal até agora ainda não apresentou a conta final da Copa, isto é, a matriz de responsabilidades definitiva sobre o assunto. Isso estava prometido para após o Mundial, depois ficou para outubro, e ainda não saiu. A população só vai saber de fato quanto foi gasto na competição depois da eleição, então, é impossível ter noção se valeu a pena.

Outra menção de Dilma, em debates, é à eficiência da operação de segurança da Copa-2014. O Maracanã foi invadido por cerca de 100 chilenos, e outros estádios apresentaram falhas similares com a entrada até de armas não autorizadas. A "Folha de S. Paulo" relatou um episódio em que a presidente esteve ameaçada por um policial não identificado no Itaquerão.

Essa proteção interna era, em sua maior parte, responsabilidade da Fifa. Mas era assim porque o governo federal aceitou essa imposição da federação internacional no plano geral de segurança apesar de inúmeros erros privados em Copas e Olimpíadas anteriores. Casa arrombada, o Ministério da Justiça aumentou o número de agentes públicos.

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Brasileiro Série B
A hora do "nós acreditamos"
postado em 20 de outubro de 2014


CLAUDEMIR GOMES

 

Santa Cruz e Náutico alcançaram a casa dos 45 pontos na Série B e exorcizaram o fantasma do rebaixamento a oito rodadas do final da competição. Tricolores e alvirrubros, apesar das dificuldades enfrentadas, descrevem uma campanha de manutenção com grande conforto, e alcançaram as metas traçadas para a temporada. Naturalmente que, ao perceber que os dois clubes estão a sete pontos do grupo de acesso - G4 - o torcedor expressa o seu otimismo com um estridente "eu acredito".

Nada mais salutar do que acreditar sempre, nunca desistir dos seus sonhos. Os bons sentimentos são fundamentais para o torcedor. As chances de acesso são reais para os times pernambucanos, e os torcedores devem apostar nisto até o fim. O pragmatismo tem que ser restrito aos analistas, profissionais que estudam números e probabilidades. O sentimento das arquibancadas é inversamente proporcional ao dos técnicos que apresentam as probabilidades de cada clube nesta reta final da competição.

Os analistas seguem o norte dos números. O torcedor enxerga os resultados, o encurtamento das distâncias verificado a cada resultado positivo, acreditando sempre que a lógica será contrariada numa disputa marcada pelo equilíbrio. Tal cenário nos leva a duas vertentes: a primeira formada pelos otimistas torcedores que apostam na chegada ao G4. A outra é formada por cronistas e técnicos que analisam o comportamento dos clubes e vêem que a distância de sete pontos a oito rodadas do final do campeonato é abissal.

Se aproximar não é chegar. Isto é o que nos mostram os estudos de probabilidades que, no momento apontam o Náutico com 1,5% de chance de acesso à Série A, e o Santa Cruz com 8,2% de chances de acesso.

A temporada foi de desafios para os dois clubes que depois de muitos anos se encontraram na Série B. O Santa Cruz retornou à Segunda Divisão após cinco anos povoando as Séries C e D. As dificuldades para qualificar o elenco a ponto de brigar pelo acesso à Primeira Divisão eram notórias. Diante de tamanho desafio, a manutenção na Série B passou a ser a prioridade, meta conquistada com bastante folga, uma vez que, a oito jogos do final do campeonato o Tricolor não corre risco de rebaixamento.

O Náutico foi rebaixado da Série A e vivenciou, no início da temporada, um período de turbulência política. A inexperiência dos novos dirigentes contribuiu para uma série de equívocos que dificultou o acerto no futebol. O clube reagiu após a chegada do técnico Dado Cavalcanti. Apesar das chances reais de acesso, a meta definida pelos novos dirigentes era a manutenção na Série B.

O futebol não respeita a lógica, mas os dois treinadores, Dado Cavalcanti e Oliveira Canindé, do Náutico e Santa Cruz, respectivamente, se mostram conscientes das dificuldades, adotaram um discursos politicamente correto, onde não deixam de alimentar o otimismo do torcedor, mas não se comprometem com o pouco provável. Afinal, o momento é para se brindar a meta alcançada. No mais, o que vier é lucro.

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Brasileiro Série B
O sexto ciclo
postado em 20 de outubro de 2014
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, O 6º CICLO DA SÉRIE B


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


A 30ª rodada da Série B que foi encerrada no último sábado, completou o 6º ciclo de 5 jogos dos clubes na competição, mostrando um diagnóstico de que como irá terminar.

Nos últimos três ciclos, pouco mudou na formatação da tabela de classificação do campeonato.

Da 15ª a 20ª rodada, o Grupo de acesso era formado por Joinville, Avaí, Ceará e Vasco, com a Ponte Preta em 5º lugar.

América-MG, Luverdense, Boa, Sampaio Correa e Náutico, formavam o grupo do 6º ao 10º colocados, respectivamente. A zona de rebaixamento era composta pelo Bragantino (17º), Icasa (18º), Portuguesa (19º) e Vila Nova (20º).

Na rodada 25ª que fechou o 5º ciclo, o Grupo de Acesso estava composto pelo Joinville, Ponte, Avaí e Vasco. A Ponte tirou o Ceará que caiu para a 5ª posição, e assumiu a vice-liderança, com o Avaí no 3º lugar, e o time da Cruz de Malta na mesma situação (4º).

Do 6º lugar ao 10º, aconteceram mudanças de colocações, por conta da retirada dos pontos do América-MG que passou para a lanterna, e deu espaço para o Santa Cruz ocupar a 10ª colocação. Na Zona de Rebaixamento, teve a inclusão do time mineiro, e a permanência dos cativos, Icasa, Portuguesa e Vila Nova.

O sexto ciclo que foi encerrado com a 30ª rodada, observou-se a manutenção dos quatro primeiros colocados, com mudanças nas classificações (Ponte Preta, Joinville, Vasco e Avaí). O Ceará permaneceu em 5º lugar, e do 6º ao 10º, apenas a entrada do Atletico de Goiás, na 10ª posição. Na zona da degola, o América-RN assumiu a 17ª posição, e os outros três continuaram habitando as suas celas, na espera do carrasco (Icasa, Vila Nova e Portuguesa).

Os dados representam uma cristalização da competição, dentro do sistema de quem está dentro não sai, e quem está fora não entra, que pode ser aplicado nos dois grupos em disputa, o do acesso e o do rebaixamento.

Nesse último ciclo, as melhores campanhas foram da Ponte Preta, Santa Cruz, Atlético-GO, América-MG (11 pontos), Náutico, (10), Oeste, Icasa, (8), Joinville, Vasco, Ceará, Sampaio, ABC (7), Avaí, Luverdense, Paraná, Bragantino, Vila Nova (6), América-RN, Portuguesa (5), BOA (3).

Um fato a se destacar. Dos clubes que estão na faixa do acesso, a Ponte Preta fez uma melhor campanha, enquanto o Avaí somou apenas 6 dos 15 pontos disputados, que provocou uma maior aproximação do 6º colocado, que é o Náutico, que na 25ª rodada era de 9 pontos, e foi reduzida para 7. Devemos ressaltar que o Santa Cruz teve um jogo a mais, quando enfrentou o Bragantino, que tinha sido adiado.

Pelos números e a continuidade dos disputantes pelo acesso e rebaixamento, o grupo maior poderá ter apenas uma modificação: o Ceará no lugar do Avaí, embora as chances do time catarinense sejam maiores, enquanto os três primeiros colocados têm tudo para festejar a subida para a divisão principal do nosso futebol.

Os clubes de Pernambuco começaram uma reação muito tardia, e necessitam de pelo menos 20 pontos dos 24 a serem disputados, que na verdade será muito difícil de acontecer. Icasa, Portuguesa e Vila Nova serão rebaixados, e a outra vaga ficará entre América-RN, Oeste e ABC.

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Futebol Pernambucano
Nossos clubes não têm CEO
postado em 17 de outubro de 2014

CLAUDEMIR GOMES

 

A Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte ainda está sendo discutida para ser posta em discussão. Naturalmente que ela não representa a solução de todos os problemas existentes no futebol, mas é um sinal para o princípio da moralização. Uma luz no final do túnel que mantém nossa esperança acesa em relação ao fim ao caos.

A semana foi marcada pela ameaça de movimentos de greve deflagrados por jogadores do Náutico e do Santa Cruz. A atitude dos jogadores é um basta ao faz de conta. O futebol brasileiro é tão pródigo em revelar maus gestores, quanto em revelar bons jogadores. Tal vocação acabou criando a política do faz de conta, a qual, certa vez se referiu o ex-jogador Vampeta com uma citação antológica: %u201CEles fazem de conta que nos pagam, e nós fazemos de conta que jogamos%u201D.

Atrasos de salários e ameaças de greves não chegam a ser novidades no futebol pernambucano. Focos de incêndio neste sentido já foram apagados nos três grandes clubes: Náutico, Santa Cruz e Sport. Um mal que se alastra pelo Brasil futebolístico afora.

Ontem, antes de iniciarmos a edição do programa "Panorama Esportivo", que vai ao ar às 17h, de segunda a sexta, na Rádio Globo 720AM, conversava com o companheiro, José Gustavo, sobre a falência do futebol pernambucano: a decadência dos clubes do Interior imposta pela sazonalidade; a deterioração dos clubes da Capital e a inexistência de pensadores.

No futebol pernambucano o CEO não pensa. Tal fato explica a falência da sociedade. Na década de 70, a Comissão Patrimonial do Santa Cruz funcionava como uma espécie de conselho de pensadores. Um órgão formado por tricolores ilustres e que se reunia numa sala no edifício AIP, no centro do Recife. Nos anos 90, Wanderson Lacerda e José Joaquim Pinto de Azevedo, presidente e vice, respectivamente do executivo do Sport, desenvolveram um projeto no clube que levou o Leão a um período de crescimento elogiável.

Desde a conquista do hexa, no final da década de 60 que os alvirrubros deixaram de pensar o Náutico. Com todas as oportunidades surgidas o clube dos Aflitos sente dificuldade de entrar em sintonia com a nova ordem. Pior: está perdendo a identidade com o seu nascedouro, o seu bairro. O Náutico perdeu o caça e pesca em Candeias; cuida com descaso de um patrimônio na Rua da Aurora, área de grande cobiça das empresas imobiliárias e praticamente abandonou os Aflitos, complexo sócio esportivo para o qual ainda não apresentou nenhum projeto.

"Os clubes não têm pensadores, os dirigentes atuais são aproveitadores", afirma José Joaquim Pinto de Azevedo, um dos maiores estudiosos do futebol pernambucano, com larga experiência em gestão. A exemplo do Náutico, Santa Cruz e Sport também faliram como sociedades. Evidentemente que não se cobra mais festas em salões de dança, contudo, os dois clubes de massa possuem patrimônios que poderiam ser utilizados para prestação de serviços, pois já existe a garantia de um público consumidor.

O CEO é imprescindível num clube de futebol. Imposição dos dias de hoje. Da mesma forma que os "pensadores" foram determinantes na ascensão em anos passados.  

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Brasileiro Série A
Onde está o público?
postado em 17 de outubro de 2014
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, ONDE ESTÁ O PÚBLICO DO BRASILEIRÃO?


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


Mesmo com as novas arenas em fucionamento, o crescimento do público pagante no futebol brasileiro na relação com a temporada anterior foi bem reduzido, contrariando todas as previsões feitas de que iria acontecer um incremento bem expressivo.

O ano de 2013 fechou com uma média de 14.951 pagantes por jogo. Nas 28 rodadas realizadas no Brasileirão do corrente ano, a média subiu para 15.805, com um incremento médio por jogo de 854 torcedores, ou seja, 5,5% de evolução, que na verdade é muito pouco para aquela que é a maior competição nacional.

O interessante é que os percentuais de ociosidade são exatamente iguais, com 39% de ocupação dos assentos, e 61% desses ociosos. Um vazio que representa R$ 70 milhões de recursos nas bilheterias, que não chegam aos cofres dos clubes, considerando-se uma ocupação de 60%, que seria bem razoável para o sistema.

A falta de credibilidade dos dirigentes, uma competição desorganizada, onde jogos e locais são modificados, ingressos caros, formam um somatório de fatos que reduzem o comparecimento do torcedor, e os números bem retratam.

A demanda é boa, existe, mas não frequenta os estádios em grande número por tantos pontos negativos, e um fato bem interessante é que não aconteceu também um crescimento na venda dos pacotes dos jogos, conforme informou a Rede Globo aos clubes disputantes.

Até no pay-per-view está existindo seca, muito embora esse seja mais econômico do que a ida com um acompanhante a um jogo de futebol. Fizemos um cálculo com os preços médios dos ingressos cobrados nos estádios, e os preços médios de diversas operadoras que transmitem os jogos no Brasil, e constatamos que em casa o torcedor em média economiza R$ 120 por mês, deixando de ir aos estádios, tornando-se assinante dos pacotes oferecidos.

Alguns clubes cresceram na presente temporada com relação à média de público. O maior incremento foi o do Internacional, por conta de ter jogado a temporada passada em estádios com poucas ofertas de assento, enquanto esse ano está utlizando a sua arena reformada. Teve um crescimento de 13.255 torcedores por jogo.

O Cruzeiro que foi líder em 2013, e conquistou o título de campeão, apesar da boa campanha, perdeu 2.490 torcedores/jogo, na presente competição. A liderança é do Corinthians.

Além do Internacional, São Paulo teve um crescimento médio de 5.663 torcedores/jogo, Flamengo ( 4.392), Atlético-MG ( 2.018), AtléticoPR ( 1.907), Fluminense ( 934) e Corinthians ( 887).

Os que perderam torcedores, juntos com o Cruzeiro, foram: Goiás (-5.777/jogo), Bahia (-5.617), Vitória (-5.188), Coritiba (-2.961), Criciúma (-1.804), Santos (-1.676),  Botafogo (-1.235) e Grêmio (-656).

A Portuguesa que foi rebaixada teve uma media de 4.842 torcedores jogo, em 2013. O seu substituto imediato foi o Palmeiras que está com uma média de 16.210. O Vasco, que teve uma média de 14.780 torcedores por jogo, foi substituído pelo Chapecoense, que tem hoje 9.272, a Ponte Preta, que também caiu de divisão, teve uma média de 6.414, sendo substituida pelo Sport, que tem uma média em 2014, de 15.096 e, finalmente, Náutico, o último dos rebaixados, teve em 2013, 10.262 torcedores em média nos seus jogos, e o seu substituto o Figueirense apresenta nesse ano 7.683.

Dois clubes que ascenderam tiveram médias inferiores aos dos antigos ocupantes das vagas, no caso Chapecoense e Figueirense, e os outros dois foram bem superiores (Palmeiras e Sport).

Os números detalham muito bem que o futebol brasileiro é carregado em um carro de boi, com suas rodas de madeira, andando vagarosamente, que é um reflexo dos que o comandam.

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