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A derrota do jornalismo esportivo brasileiro
postado em 10 de julho de 2014
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, A DERROTA DO JORNALISMO ESPORTIVO BRASILEIRO


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


Aqueles que ousavam contestar a seleção de Scolari, eram perseguidos e tratados como traidores da Pátria. Eram os pessimistas e urubus da presidente Dilma Rousseff, mas na verdade esses foram os Ãºnicos que tiveram coragem de anunciar antecipadamente que a morte do futebol brasileiro já tinha data marcada. 

O 8 de julho de 2014 foi o da derrota por 10x0 de parte do jornalismo brasileiro, que iludiu os torcedores com relação à seleção do Circo Brasileiro do Futebol e, principalmente, com a adoração e culto ao seu treinador Luiz Felipe Scolari.

Ao assistirmos na última terça-feira aos programas esportivos de alguns canais fechados, e ao lermos os comentários dos portais de notícias, verificamos que não houve sequer um mea-culpa, e as pedras foram atiradas contra a nova Geni brasileira, o técnico Scolari, que antes era idolatrado pelos Scolary''s Boys.

Qualquer cidadão, e não precisava ser especialista em futebol, tinha a visão de que tudo que estava sendo realizado na seleção levaria a um final trágico, desde que sem um planejamento adequado o sucesso dificilmente seria encontrado, mas a grande mídia da parte de baixo do mapa, insistia no elogio fácil a um time e a um treinador que nada tinha que garantisse um bom futuro.

Fizemos um artigo em que pedíamos a mudança do técnico da seleção, já que o trabalho motivacional era muito pouco para se transformar jogadores em um time de futebol.

Scolari formou uma seita, transformou atletas em robôs, quando o hino à capela era a êxtase dos anestesiados, cujas imagens apareciam nos telões, como se estivessem vagando em outro mundo, e que uma missão suicida seria realizada.

Poucos jornalistas atentaram para tal fato, pelo contrário, a seleção tornou-se favoritíssima, imbatível, e o hexa era decantado por todos, e pelos comerciais dos patrocinadores que também foram derrotados.

Não analisaram a vitória forjada contra a Croácia, os prejuízos do México contra Camarões, que poderiam inclusive ter encurtado o sofrimento do torcedor brasileiro, cuja seleção jogaria as oitavas contra a Holanda e seria derrotada.

Não analisaram o sofrimento do jogo contra o Chile, e a vitória pequena contra a Colômbia. Nada. Tudo estava lindo, e Scolari era o maior ídolo e referência nacional.

A manutenção de um sistema corroído de Ricardo Teixeira, através de Marin e Del Nero, foi outro grande erro das mídias esportivas, que se calaram, uma vez que pessoas desse tipo já não cabem no futebol, estão ultrapassadas, utilizam métodos não institucionais, e fazem do esporte uma parte de suas sobrevivências.

Ouvimos ontem de um jornalista que era necessário um Congresso para discutir o futebol brasileiro, mas achamos que o primeiro passo deveria ser o da realização de um evento para discutir as mídias esportivas brasileiras, que são as maiores responsáveis por tudo que acontece em um esporte que já foi a paixão do povo, e hoje tornou-se uma mera ilusão.

Na realidade foi uma derrota de todos, em especial do governo, por omitir-se por anos na formatação de um Plano Nacional dos Esportes, que poderia ter dado uma contribuição para novos caminhos, e que infelizmente nunca foi tratado pelo Ministério do Setor, que até hoje não mostrou a sua necessidade, a não ser a de liberar recursos para ONGs amigas.

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Copa 2014
Triunfalistas x Derrotistas
postado em 06 de julho de 2014
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, TRIUNFALISTAS F.C VS. DERROTISTAS F.R

* Artigo escrito pelo jornalista Alberto Dines, e publicado no jornal Gazeta do Povo, de Curitiba.

Vencer sem convencer - poderia ser pior. Vitórias e derrotas têm gradações, tons, nuances, diferentes sabores. O placar de ontem no Castelão não é definitivo. As vitórias de Pirro, há 2.800 anos, também deixaram gosto amargo. Malogros e perdas podem ser moralmente superiores a logros e ganhos. E vice-versa.

O êxito é inconfiável, ambíguo: deriva de exit, sair, morrer, porém é mais lembrado no outro extremo, como sucesso que, antecipado por um minúsculo prefixo negativo, transforma-se em insucesso.

Perversa relatividade, impiedoso relativismo, destroem diferenças, conclusões, tudo fica móvel, provisório. Com apenas duas ou três letras reverte-se e se desmancha o que parece sólido, definitivo, inequívoco-ventura é quase desventura, graça é quase desgraça.

O sofrido resultado ontem (sexta) no Castelão só vale até a próxima terça e, caso continue precisará ser consagrado na catedral do Maracanã. Qualquer que seja o vencedor da grand finale, o delírio vitorioso será passageiro, fugaz a dor do vencido. O Day After é um pêndulo, insaciável, imponderável, instância mais do que suprema.

Os triunfalistas de agora se sentiam derrotados ao começar o torneio mundial de futebol, o espectro do #nãovaitercopa impunha-se às esperanças de um maravilhoso evento. Teve Copa, os visitantes estão adorando, imaginavam que seria pior. Tudo bem, OK. Mas non troppo: para festeiros qualquer festa é boa, algumas poderiam ser melhores, sobretudo quando os custos ficam abaixo dos benefícios.

Uma nação estável, estruturada necessita tanto dos otimistas e dos pessimistas. Em porções rigorosamente iguais. A função dos derrotistas é sacudir os arrogantes, alertar para a falibilidade dos infalíveis. Dos triunfalistas espera-se animação, impulso, superação.

Neste panorama pouco edificante, acrescenta-se o deplorável jogo de empurra para chegar aos responsáveis pelo desabamento do viaduto em Belo Horizonte, perto do Mineirão onde será disputada a semifinal da Copa.

A obra estava inscrita no PAC da Mobilidade Urbana, mas executada pela prefeitura da capital. A tentativa de incriminar o governo federal ou o municipal para obter dividendos eleitorais é um escárnio às vítimas. Só serve para desqualificar nosso processo político e nossa aversão a qualquer modalidade de convivência e coabitação.

Horas antes do pífio espetáculo em Fortaleza (que um pusilânime árbitro espanhol conseguiu piorar), a Alemanha eliminou a França, sua adversária em três sanguentas guerras de verdade e dezenas de confrontos de alto nível. O placar do Maracanã só registrou um único gol, porém no quesito fair-play e esportividade foi uma goleada de 10 a 10.

Prossegue a Copa das Copas, as zebras ainda podem aprontar surpresas. O mais importante é anular este fla-flu de várzea entre os Triunfalistas Futebol Clube e seu rival, o Derrotista Futebol e Regatas. Nele todos perdem.


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Copa 2014
Quadrilha de cambistas
postado em 03 de julho de 2014
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, QUADRILHA DE CAMBISTAS


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


Só quem não leu o segundo livro do jornalista britânico Andrew Jennings, fica surpreso com a atuação dos cambistas numa Copa do Mundo.

É uma roubalheira oficial. Esse negócio de ingressos esgotados é um ponto importante do sistema. Fingem e anunciam que todos estão vendidos para que o caminho seja aberto para os cambistas.

Nunca tínhamos visto tantos ingressos sendo vendidos por terceiros como nesta Copa do Mundo, e o fato aconteceu em todo o país, motivando inclusive uma postagem de nosso blog sobre os viajantes vendedores de entradas para os jogos da Copa. Em Fortaleza foi uma festa.

A FIFA dizia: ¨Tudo esgotado¨, e os sites ofereciam ingressos para todos os jogos, com preços exorbitantes. Certamente seria um caso da tartaruga em uma árvore.

Finalmente a Polícia do Rio, que é boa para brincar de tiro ao alvo com a população, apresentou um bom trabalho desmontando uma quadrilha que estava agindo no setor, com ramificações na FIFA e chegando às portas da Avenida Luiz Carlos Prestes, local da sede do Circo.

Acusado de ser o líder da quadrilha, o franco-argelino Lamine Fonfana, empresário de jogadores e dono de uma empresa de eventos que agencia jogos de várias seleções, andava de carro oficial da entidade no Rio e tinha trânsito livre pelos eventos do Mundial, inclusive no local de hospedagem dos cartolas da FIFA, o nobre Copacabana Palace.

Na verdade, Fonfana é o bam-bam-bam do pedaço, mas existem vários tupiniquins rodando o Brasil promovendo a venda dos ingressos e captando bons recursos. Como conseguiram o volume que foi colocado à venda só a Fifa e CBF poderiam explicar ou, então, Sherlock Holmes.

Segundo a polícia, a quadrilha tinha ¨potencial¨ para lucrar R$ 200 milhões somente com o Mundial no Brasil, e já tinha atuado em outros eventos já realizados.

Tinham ingressos para todos os gostos. Dos camarotes VIPS até para os deficientes, e os conseguiam com a própria FIFA, com delegações de seleções, comprando de torcedores, entre outros segmentos.

Na operação, foram apreendidos 130 ingressos, nenhum deles falsficados, sendo alguns de membros da Comissão Técnica da seleção da CBF.

Essa história de que a FIFA luta contra o mercado de cambistas é certamente para boi dormir, e só quem acredita que Papai Noel existe poderá esperar em tal fato, desde que o currículo desse órgão nos leva sempre a pensar em corrupção.

Quem fiscaliza a FIFA? A entidade está acima da lei e da ordem dos países. Vendem os ingrressos e nenhum habitante do planeta sabe a sua quantidade. Tudo dentro do padrão Blatter, cuja fotografia com Lamine foi estampada nos jornais de todo o mundo. Mui amigos.

Ninguém se deixa fotografar tão unido a alguém que não seja do seu meio. Segundo o delegado responsável pela operação, existem elementos suficientes para provar que o chefe da quadrilha estaria associado a algum membro da FIFA, já que o seu quartel general de operações era o Copacabana Palace, e ele sempre chegava para apanhar os ingressos.

Só no jogo da CBF contra Camarões eles lucraram com a venda de ingressos, R$ 500 mil.

O único estrangeiro detido é Lamine Fonfana. Os demais foram presos no Rio (8) e dois em São Paulo, entre eles o braço direito do líder, o empresário do futebol, Jorge Massih, que é agente do jogador Elano.

Gostaríamos que as investigações não parassem e chegassem a todos os membros da quadrilha, e que não sejam encobertas com algum acordo com a FIFA, que possa favorecer a seleção do Circo.

Como estamos falando de futebol, segmento que contempla o maior número de Â¨espertos¨ por metro quadrado, de tudo pode acontecer.

Tomamos conhecimento que outros sete membros da quadrilha já foram identificados e deverão ser presos.

São coisas de um futebol que não tem fiscalização na entidade que o dirige.

O que aconteceu com a Copa, acontece em nossos Campeonatos, em jogos de lotação esgotada, quando os ingressos aparecem em todas as ruas das cidades, e muita gente ganhando dinheiro, menos os clubes.

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Copa 2014
Média de público se aproxima da Alemanha
postado em 02 de julho de 2014

DUDA LOPES - Máquina do Esporte


A Copa do Mundo de 2014 deverá ficar marcada como a segunda maior média de público da história dos mundiais, perdendo apenas dos Estados Unidos, em 1994, e a frente da Alemanha, em 2006. Nesse momento, após a realização dos jogos de oitavas de final, o número está em 51988 presentes por partida.

Na Alemanha, a média de público total ficou próxima do número atual. Na Copa do Mundo de 2006, o número de 52491 deixou o Mundial daquele ano na segunda colocação na história da competição.

Caso a Copa do Mundo deste ano repita os públicos observados nas oitavas de final, algo bastante provável, a média final de público será de 53,5 mil pessoas por partida. Maracanã, Fonte Nova, Estádio Nacional, Mineirão e Arena de São Paulo ainda receberão jogos no torneio.

Na Alemanha, assim como no Brasil, foram usados 12 estádios para 64 partidas, com arenas de capacidades semelhantes às brasileiras. O Mundial dos Estados Unidos, por outro lado, deixa a comparação mais distante. Em 1994, foram utilizados nove estádios, nenhum deles com menos de 50 mil cadeiras. No Rose Bowl, na Pasadena, 94 mil pessoas assistiram à decisão entre Brasil e Itália. Além disso, foram menos jogos disputados, 52 contra os 64 atuais. Naquele ano, a média de público foi de 68,9 mil pessoas.

A façanha brasileira deverá ser mantida até o próximo Mundial, no mínimo. Nos projetos de arenas da Copa do Mundo da Rússia, em 2018, apenas dois estádios, em Moscou e São Petersburgo, terão mais de 50 mil lugares. No Qatar, em 2022, o cenário se repete, com locais mais enxutos para jogos. No Brasil, a marca de 50 mil cadeiras foi ultrapassada por seis arenas.

Os números de público da Copa do Mundo do Brasil, no entanto, ficam completamente fora da realidade do futebol brasileiro. Em comparação, somente nos oito jogos de oitavas de final do Mundial, 457 mil pessoas estiveram presentes em estádios. Isso é exatamente dois terços de todo o público presente no Campeonato Carioca de 2014, com a diferença que no torneio estadual houve 246 partidas, que ocuparam mais de quatro meses do calendário dos clubes.

A taxa de ocupação das arenas também entrega que há um sério problema no apelo dos torneios e clubes brasileiros. Em toda Copa do Mundo, a pior índice aconteceu na partida entre Rússia e Coreia do Sul, na Arena Pantanal. A partida teve o pior público e a pior ocupação do torneio. Ainda assim, os 37,6 mil presentes representaram 91% da capacidade do estádio.

Considerando apenas as oitavas de final, a ocupação média esteve em 98,5%. Isso, no entanto, leva em conta o número de assentos apresentados pela Fifa oficialmente. Conforme a partida, cadeiras são perdidas por detalhes da competição, como aumento na área de imprensa e exclusão de pontos cegos pela presença de câmeras. Ou seja, a diferença para o 100% de ocupação é desprezível.

Voltando para o futebol brasileiro, a taxa de ocupação do Campeonato Brasileiro de 2013 foi de 40%. O time com o melhor índice nesse quesito foi o Corinthians, com taxa de 71%. Neste ano, nenhuma partida chegou a 45 mil pessoas no estádio. Em comparação com o concorrente de Copa do Mundo, na temporada 2013/2014, a Bundesliga, o campeonato nacional da Alemanha, teve 43 mil pessoas de média, com ocupação de 95% das cadeiras, em média, nas partidas.

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Copa 2014
Felipão no impedimento
postado em 02 de julho de 2014

BLOG DO COSMI RÍMOLI


A conta é simples. Há mais de 700 jornalistas credenciados. Felipão resolveu falar com seis. Escolheu a dedo para quem se queixar. Mais que os ''eleitos'', ele queria os veículos de comunicação.

Seu assessor pessoal de imprensa, que só está na Copa com o crachá da Sportv - empresa da Globo -, tratou de ir atrás desse seleto grupo que tem o coração de Felipão. E os pegou sem a menor discrição. Os arrancava de onde conversavam com outros jornalistas. Puxava pelo braço. Dizia: "Vem, vem".

Quando em uma Copa do Mundo se é arrastado pelo assessor de imprensa do treinador da Seleção, não se recusa. Fernandinho Fernandes da TV Bandeirantes, Oswaldo Paschoal da Fox e Rádio Globo, Juca Kfouri do UOL, Folha, ESPN e CBN, Luis Antonio Prósperi, do jornal Estado e PVC da ESPN.

A situação foi surreal. A conversa poderia ter sido combinada de maneira discreta. Mas foi acintosa, querendo mostrar quem importava para Felipão entre as sete centenas de jornalistas na Granja Comary. Deu margem a se acreditar que o resto não conta.

Depois de 20 minutos de conversa, o assessor busca alguém do Rio de Janeiro, do jornal O Globo. Foi cômica a cena. Maurício Fonseca se recusou a ir. Disse que a reunião já havia começado há muito tempo. O repórter Carlos Eduardo Mansur aceitou pegar a conversa na metade.

A estratégia não foi inédita. Em 2006, encurralado pelas críticas para a Seleção Brasileira, Parreira convocou também seis jornalistas com quem tinha bom relacionamento, e seus veículos, influência. Há muita chance de a ideia ser de Parreira para este encontro.

Tudo a partir daí ficou confuso para os próprios jornalistas. Encontraram Felipão, Murtosa e Parreira tensos. Com o trio pedindo palpites sobre o que estava de errado na Seleção. E o porquê de tanta cobrança. Cada convidado deu a sua versão.

Os jornalistas insistiram sobre o nervosismo do time. A falta de variação tática do time. Avisaram que o Brasil não era mais surpresa para nenhum adversário. E que era preciso parar com o choro dos atletas, que passava a imagem de descontrole, fraqueza.

1ap O fracasso da reunião entre Felipão e seus jornalistas de confiança   expôs ainda mais seus jogadores, mostrou sua falta de convicção tática, levantou suspeitas sobre a Fifa.  Vários tiros no pé...

Depois ouviram várias revelações que deveriam ser íntimas. O treinador disse que suas duas pilastras do time estão abaladas demais emocionalmente: Neymar e Thiago Silva. O questionamento já começa aí: por que expor peças tão fundamentais?

Afinal, era para manter segredo ou não. Dez minutos após a reunião, já estava em site o eixo central da conversa. Foi o sinal para o sexteto começar a trazer tudo à tona.

O que ganhou Felipão dizer que Thiago Silva não quer ficar marcado como capitão derrotado? E que carrega essa pressão desde a derrota do Brasil na Olimpíada de Londres? Isso não vai motivar o jogador.

Só serviu para lembrar os 694 jornalistas excluídos que o capitão da Seleção é uma pessoa já traumatizada. E por isso rezou, chorou e pediu para ser o último a cobrar pênaltis, depois de Julio César. Por medo de errar.

Dizer que ele e Neymar ''viraram o fio'' emocionalmente é também expor o melhor jogador brasileiro. Permite a leitura que o camisa 10 de 22 anos não tem maturidade suficiente para a responsabilidade que exerce no time. Ou seja, as duas colunas do time não são sólidas.

Mais, Felipão teria dito que se pudesse, faria uma troca no time. Chamaria outro jogador que deixou de fora na lista dos convocados. Lucas? Ganso? Pato? Kaká? Alan Kardec? Imaginar o arrependimento fica por conta de cada um.

Mas há o outro lado. Que jogador é um peso morto entre os atuais 23? Alguém deveria sair para Scolari fazer a tal troca que não pode fazer. E aí, quais são os candidatos? A revelação é uma insanidade. Só traz mais insegurança a um grupo tenso demais.

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