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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
O Pernambucano 2014 chega à segunda rodada nesta quarta-feira com a disputa de quatro jogos: Vitória x Central; Ypiranga x Porto; Central x Chã Grande e Serra Talhada x Pesqueira. A nova forma de disputa é apresentada pelos dirigentes da FPF como sendo algo inovador e revolucionário. O público e a imprensa ainda não compraram a idéia.
O futebol brasileiro passa por um momento onde a necessidade de mudança se tornou imperiosa. Um filme parecido com o que assistimos na década de 80 quando os clubes se insurgiram contra a CBF. A resultante do movimento foi o surgimento do Clube dos 13. Coisas positivas foram criadas nesses quase 30 anos, assim como foram cometidos muitos equÃvocos. Dos males, o maior foi à criação de uma geografia diferenciada para o futebol, fato que transformou algumas regiões em reserva de mercado. Quebradeira geral.
O propalado processo de nacionalização do futebol se arrasta desde 1987. O problema é que o ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, delegou aos clubes, e a televisão, o direito de administrar tal processo que é marcado por uma injusta divisão de rendas. A galinha dos ovos de ouro de Teixeira era a Seleção Brasileira.
Dentro da nova ordem do futebol houve uma valorização das competições continentais; e um inchaço nas competições nacionais. Os grandes clubes passaram a ter um calendário desumano. Quem ficou de fora da "geografia" passou a ter uma ociosidade exagerada.
Se a "revolução" de 87 foi promovida pelos clubes, o movimento deflagrado em busca de reformas é capitaneado por jogadores.
Tudo muda, o mundo muda, e o centenário Campeonato Pernambucano também precisava ser revisto. à importante ressaltar que revisão não é sinônimo de destruição. Antes de se fazer mudanças radicais é imprescindÃvel um estudo sobre o impacto que tais alterações irá provocar. Afinal, na edição de 2013, na qual Sport, Santa Cruz e Salgueiro ficaram de fora da primeira fase da competição, foi notória a queda de público nos estádios, e mesmo com a presença do Náutico, um dos pilares de sustentação do futebol pernambucano, a experiência foi um fiasco.
O Campeonato Pernambucano tem Sport, Náutico e Santa Cruz como pilares de sustentação, razão pela qual o atual modelo transformou o Estadual num simples hexagonal. Detalhe: os dois clubes que forem rebaixados para a segunda divisão ficarão sem jogar a partir de março de 2014 e somente voltarão a competir em junho de 2015. Estes são apenas dois dos inúmeros erros da mudança que é vendida como extraordinária, mas a prática não condiz com o discurso dos ilusionistas.
A nacionalização do futebol
brasileiro é uma realidade. Trata-se de um processo irreversÃvel. Mas o
açodamento dos mentores da FPF, provocado pelo afã de se apresentarem como
revolucionários pode ter o efeito de um gol contra. Pouco se comenta, mas a
bola rola no Interior. Afinal, o Pernambucano 2014 está em curso.
CLAUDEMIR GOMES
As cenas de violência no jogo entre Atlético/PR e Vasco, ontem, em Joinville, foram fortes, estarrecedoras. Ganharam o mundo, e repercutem, de forma negativa numa proporção maior por se tratar de um espetáculo de barbárie no PaÃs da Copa de 2014. Entretanto, para nós brasileiros tudo não passa de nuvem passageira. A violência no futebol se tornou coisa banal.
A imagem da covardia mostrando torcedores pisando a cabeça de um outro que estava no chão desmaiado e sem reação foram chocantes. Um bárbaro com um porrete contendo um prego na extremidade assusta qualquer cidadão civilizado. Mas tudo faz parte do contexto de um futebol onde a impunidade é regra, onde os clubes bancam as gangues organizadas.
O mundo começa a tomar conhecimento de que a violência no futebol pentacampeão é incomparável. Superamos os hooligans. Nossa violência é tipo exportação. Quando não matam aqui vão até a BolÃvia e ceifam a vida de jovens. Tudo bancado pelos clubes. Com o apoio do Governo Brasileiro que se empenha e traze-los de volta. E logo em seguida estão eles em novos ataques, na Arena de BrasÃlia.
A imprensa denuncia, mostra imagens. Para as organizadas do crime tudo não passa de ações babacas. Afinal, ninguém vai passar o tempo todo falando sobre tal assunto. E tudo se transforma em fumaça, em nuvem passageira.
O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, discursa como se estivesse em um outro mundo, numa outra realidade. Ele também é responsável por aqueles chutes, e por aquele porrete que desde ontem assustam e amedrontam o mundo.
Mas aqui no Brasil, no PaÃs da violência armada e desarmada, o que causou mais indignação foi a queda de dois "gigantes" cariocas para a segunda divisão: Vasco e Fluminense.
Violência é coisa nossa, de
um futebol que oferece sangue nas arquibancadas. Afinal, nos últimos dois anos foram registrados mais de 30 óbitos provocados pelo maior entretenimento dos brasileiros.
PAULO VINÃCIUS COELHO
O pior Brasileirão da história dos pontos corridos terminou com o pior episódio de todas as rodadas finais. Não faz ainda duas semanas das mortes no estádio do Corinthians em Itaquera e quatro pessoas foram levadas para o hospital São José, em Joinville.
Entre os dois acontecimentos, a presidente Dilma Rousseff discursou sobre o futebol estar no coração de cada brasileiro.
à tempo de estar no dela.
O futebol é questão de Estado. A participação no PIB é de 0,2%, contra 1,2% na Espanha. Fazer do futebol um espetáculo seguro onde todos queiram estar presentes transformará sua participação na economia do paÃs.
Ou a presidente Dilma Rousseff age ou fará o Brasil passar vexames semanais daqui até a Copa do Mundo --e durante ela também-- como passou nas duas últimas semanas.
A vergonha nacional desta temporada passa pelo que se viu neste ano em campo.
Tecnicamente, o Campeonato Brasileiro foi o pior dos últimos dez anos. A pior média de gols também, empatado com a competição do ano passado com 2,47 por partida. Na Alemanha, a média de gols é de 3,23 por jogo.
Na quinta-feira, na Costa do Sauipe, o técnico italiano da Rússia, Fabio Capello, elogiou a seleção brasileira, comparando-a às equipes europeias: "Scolari escala um meio de campo robusto", disse.
Uma parte do que se vê no campeonato é caracterÃstica do futebol do Brasil, seu estilo. Outra parte, falta de atualidade.
O Cruzeiro foi campeão jogando bem, mas com muito mais espaço entre suas linhas de volantes e atacantes. Muito mais do que deveria haver.
Tem a ver com o cansaço dos jogadores.
Os jogos do segundo turno foram piores do que os do primeiro, porque se jogou sem descanso em todas as quartas e domingos. Se o jogador tem pernas para correr, corre. Ocupa espaços, cria boas jogadas, melhora a qualidade do jogo.
Nos últimos dez anos, discutiu-se a qualidade dos jogos disputados no Brasil, mas não o equilÃbrio. Neste ano, também houve espaço demais na tabela de classificação. Doze pontos entre o campeão e o vice é a terceira maior distância entre os dois melhores times do campeonato. Só o tÃtulo do São Paulo de 2007, com 15 pontos sobre o segundo colocado, e do Cruzeiro em 2003, 13 acima do segundo colocado, foram maiores.
Mesmo com tudo isso, esta segunda-feira poderia ser o dia de comemorar a participação mais forte de clubes de fora do Rio de Janeiro ou de São Paulo. Foi só a terceira vez na história em que campeão e vice não foram cariocas nem paulistas. Não acontecia desde o tÃtulo do Bahia em 1988, com o Inter em segundo lugar.
O que há de bom fica em segundo plano. Ficará enquanto o Estado brasileiro não agir.
CLAUDEMIR GOMES
Aproveito o sábado para em entregar à leitura. Livros, revistas, jornais, internet, de tudo um pouco. O assunto era o mesmo: Copa do Mundo. Recordar um pouco da história e entrar em sintonia com a nova ordem é fundamental num momento como este para formar nossa opinião. Afinal, sempre somos cobrados como uma espécie de sabe tudo, quando na verdade sabemos o tanto quanto todos os outros sabem. Afinal, a internet permitiu a todos terem acesso à informação.
As bolinhas conspiraram a favor da Seleção Brasileira, que, na fase de classificação, forma o Grupo A com adversários de qualidade técnica inferior: Croácia, México e Camarões. Teoricamente a seleção comandada por Luiz Felipe Scolari se classificará como primeira do grupo. Este é um raciocÃnio lógico seguido por todos os analistas. Mesmo respeitando a tese de que no futebol %u201Cnão existe verdade absoluta%u201D, algumas coisas parecem estar escritas nas estrelas.
O fato de nenhuma seleção européia ter conquistado tÃtulos nas Copas realizadas nas Américas, leva o torcedor brasileiro a imaginar que o tÃtulo em 2014 ficará com o Brasil ou com a Argentina. Alguns dados servem apenas para alimentar superstição. Evidentemente que o Continente não define o campeão.
Seguindo o raciocÃnio lógico, a partir da segunda fase o Brasil poderá ter só campeões mundiais como adversários. A trajetória dos argentinos parece ser menos desafiadora.
Estamos a seis meses da abertura da Copa. A dinâmica do futebol nos leva a ser comedidos. Necessariamente as seleções não estarão no mesmo nÃvel em que se encontram no momento. Futebol é momento, razão pela qual surgem as surpresas durante as disputas dos Mundiais. Naturalmente que algumas seleções estão consolidadas como forças mundiais, mas isto não chega a ser garantia de sucesso na copa brasileira.
O certo é que teremos seis meses de conjecturas. Isto também faz parte do futebol, principalmente num paÃs onde todos se acham "professores".
FOLHA DE SÃO PAULO
A sorte do Brasil na Copa será lançada hoje.
A partir das 14h40, no sorteio dos grupos realizado na Costa do Sauipe, na Bahia, a seleção conhecerá os seus três primeiros adversários. Antes, às 14h, acontecerão espetáculos de música e dança.
Como paÃs-sede, o Brasil será o cabeça de chave do Grupo A. Jogará em São Paulo (12/6), Fortaleza (17/6) e BrasÃlia (23/6) na primeira fase.
Ao menos um europeu estará na chave brasileira. Outro europeu ou um africano e um asiático ou um paÃs da Concacaf (Confederação de Futebol da Américas do Norte, Central e Caribe) completarão a chave brasileira.
Alemanha, Argentina, Espanha, Uruguai, Bélgica, Colômbia e SuÃça são os outros sete cabeças de chave, escolhidos com base no ranking Fifa. Eles serão sorteados para encabeçar as chaves B à H.
Equipes tradicionais como Holanda, França e Itália poderão enfrentar qualquer um dos cabeças de chave.
Há a possibilidade da criação de "supergrupos da morte", com a presença de três campeões mundiais, pois há nove europeus no pote quatro. Por sorteio, um deles irá para o pote dois, com sul-americanos e africanos.
Se a Inglaterra mudar de pote, por exemplo, abre a chance de um grupo com Brasil, Itália, Inglaterra e EUA.
PREFERÃNCIAS
Em encontros de representantes das seleções, os cabeças de chave analisaram a tabela e identificaram grupos que desejam cair. As chaves D, E e G são as que todos querem fugir. Na D, há um grande deslocamento para jogar.
A E é a única em que um time que encabeça grupo jogará em Manaus. O técnico da Inglaterra, Roy Hodgson, já se posicionou publicamente contra atuar na cidade.
A Argentina sonha em ser sorteada no Grupo F. Jogaria no Rio e em Belo Horizonte, onde ficará concentrada, na Cidade do Galo, e também em Porto Alegre, a pouco mais de 1.000 km de Buenos Aires.
A Espanha mostrou interesse pelo Grupo H, que não sai do Sudeste. Joga em São Paulo, Rio e BH.