Histórico
Náutico
Sai Zé Teodoro e entra Jorginho
postado em 15 de agosto de 2013

Jorginho é o novo treinador do Náutico e será apresentado nesta quinta-feira

CLAUDEMIR GOMES

 

Zé Teodoro nunca foi unanimidade entre os torcedores alvirrubros, e sua queda, após a derrota - 3x0 - para o Criciúma, tem sido mais festejada que lamentada. Naturalmente que ele não pode ser apontado como único culpado pela fraca campanha do time alvirrubro na Série A, entretanto, nos três jogos após uma para de 12 dias, ele se perdeu no discurso e o time desandou em campo. A diretoria já tinha seu substituto apalavrado: Jorginho, que se apresenta nesta quinta-feira.

O nome do novo treinador já foi posto em discussão em várias oportunidades nos Aflitos, sem que nunca houvesse se chegado a um acordo para o fechamento de um contrato. A simples troca de técnico não é uma coisa salutar, mas no caso de Zé Teodoro se fazia necessário, o futebol alvirrubro parecia à bancarrota com o grupo tomado por um desânimo inconcebível.

O Náutico somou 8 pontos em 12 jogos. Antes da derrota para o Criciúma o time dos Aflitos, caso vencesse as duas partidas que tem pendentes - contra São Paulo e Santos - deixaria a zona de rebaixamento. Agora os cobiçados 6 pontos não serão suficientes para lhes tirar da faixa de degola. Tal detalhe nos mostra que outras equipes estão reagindo e evoluindo na tabela de classificação.

Jorginho tem contra si o tempo, ou seja, iniciará seu trabalho pressionado por uma reação imediata. Ainda não é certo se ele sentará no banco já na partida contra o Fluminense, mas nada lhe pode ser cobrado neste jogo. Mudanças de postura e atitude devem ser creditadas aos jogadores, que deram mostras de que não estavam afinados com o ex-comandante.

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Brasileiro Série B
O "imperador" fez a diferença
postado em 14 de agosto de 2013


Marcos Aurélio voltou a fazer a diferença. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem


CLAUDEMIR GOMES

 

O "imperador", Marcos Aurélio, mais uma vez, fez a diferença para o Sport e assegurou a suada vitória - 2x1 - sobre o Ceará, resultado que mantém o rubro-negro pernambucano no G4 da Série B. O lucro proporcionado pelo resultado é indiscutível, mas a essência do futebol deixou ressaltada a instabilidade da equipe leonina durante os 90 minutos, fato que explica o desequilíbrio que leva o time a ter um dos melhores ataques e uma das piores defesas da competição.

Marcos Aurélio vive o seu grande momento na Ilha do Retiro, e assumiu a responsabilidade de ser o diferencial. Tem qualidade técnica para tal e se ajustou ao esquema de jogo definido por Marcelo Martelotte. Ontem a noite desequilibrou em duas cobranças de falta. Na primeira contou com uma pitada de sorte que parece fazer parte do currículo de todo talento diferenciado. O segundo gol foi produto de uma cobrança magistral, dessas que você não cansa de assistir o replay. Os feitos do %u201Cimperador%u201D no primeiro tempo levaram o torcedor rubro-negro a imaginar uma vitória fácil, e até com um placar generoso.

Como a história de um jogo é feita em dois tempos, a fase final deste confronto entre Sport e Ceará chegou a ser angustiante para os pernambucanos. O time visitante marcou um gol e diminuiu a vantagem logo no início do tempo complementar, o Leão ficou com um homem a menos por conta da expulsão de Rithely e perdeu o prumo. A oscilação durante os noventas minutos vem sendo uma constante no time do Sport. Martelotte ainda não conseguiu achar o ponto de equilíbrio, fato que ele próprio reconhece, e já externou em algumas entrevistas.

No jogo de ontem a coisa se tornou mais explicita porque no primeiro tempo o Sport teve oportunidades de construir um placar mais elástico, e no segundo sofreu um sufoco que deixou sua torcida desesperada com a iminência do segundo gol do Ceará, que criou oportunidades para tal, mas falhou nas conclusões.

Numa competição de pontos corridos o resultado é o que conta, razão pela qual encobre defeitos, mas Martelotte precisa equilibrar o time para dar sustentação a campanha do Leão. Afinal, outros clubes dão mostras de que estão ascendendo, fato que tornará a briga pelo acesso mais equilibrada.

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Artigos
A falta de uma política esportiva
postado em 14 de agosto de 2013
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, O MUNDIAL DE ATLETISMO E A FALTA DE UMA POLÍTICA ESPORTIVA


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


Embora os horários das competições não sejam bem compatíveis com os nossos, estamos acompanhando alguns eventos do Mundial de Atletismo que está sendo realizado em Moscou, e os resultados vêm demonstrando a ausência de uma política esportiva para o país.

Geralmente numa competição como essa existe a presença de um bom público, mas somente ontem tivemos um maior número dos torcedores russos, desde que nos outros dias as arquibancadas tiveram muitos assentos vazios.

Nas provas tudo acontecendo dentro do previsível para os atletas brasileiros, em sua maioria chegando ao máximo às semifinais e caindo nessas.

Com exceção de Anderson Henriques, que se classificou com o oitavo tempo para as finais dos 400m rasos, e Fabiana Murer, para a de Salto com Vara, os demais atletas não conseguiram alcançar os objetivos, numa demonstração de que estamos muito longe da realidade olímpica.

Nas finais nenhum dos dois conseguiu o pódio. Anderson foi o último colocado, e Murer não passou pelos 4,75 metros, sendo desclassificada, ficando na 5ª colocação, e assistindo à russa Yelena Insibayeva conquistar o ouro, com um salto de 4,89m.

A pernambucana Keila Costa, não conseguiu marca para chegar à final do Salto Triplo. Nos 100m Feminino, o mesmo aconteceu com Ana Claudia Silva e Franciele Krosucki.

No Lançamento do Disco, Ronald Julião, foi eliminado e ficou com a 22ª colocação, enquanto Augusto Dutra não conseguiu passar para as finais do Salto com Vara, ficando no 11º lugar, e Mahau Suniemati não consegiu vaga nos 400m com barreiras.

Um fiasco total.

São dados que contribuem para mostrar a ausência de um projeto esportivo para o Brasil, de responsabilidade séria do Ministério do Esporte, cujo Ministro está mais preocupado em visitar os estadios de futebol para a Copa do Mundo, ou de preparar um projeto de perdão dos débitos dos clubes caloteiros, do que estruturar uma linha básica para o crescimento dos esportes brasileiros.

Achávamos que o Ministério do Esporte teria sido criado para implantar um projeto esportivo para o Brasil, e para tal, tinha a necessidade de ouvir todos os segmentos do país, mas nada fez, e continuamos com as mesmices de sempre, sem rumo e com uma Olimpíada beirando às nossas portas.

O atletismo brasileiro que hoje tem um novo comando, foi vítima de um continuísmo exacerbado do ex-presidente Roberto Gesta, que pouco fez para a evolução desse esporte.

Necessitamos de um Ministério atuante, sem política partidária e sim esportiva, para que os números sejam modificados, mas como isso não aconteceu, nem vai acontecer, iremos continuar com o processo de vermos os pódios serem ocupados pelos países que trabalham com seriedade no setor.

Uma vergonha.

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Pernambucano Série A2
Profissionais ficam sem espaço
postado em 13 de agosto de 2013

CLAUDEMIR GOMES

 

Começa nesta quarta-feira, de forma quase imperceptível, o Pernambucano da Segunda Divisão, que este ano conta com 15 clubes, a maioria sem a mínima estrutura profissional, sequer tem estádio para chamar seus jogos. Tal fato proporciona situações bizarras como ver o América do Recife, agremiação que no próximo ano brinda o seu centenário, enfrentar o Jaguar de Jaboatão dos Guararapes, cidade da Região Metropolitana, no estádio Ferreira Lima, em Timbaúba, logo na rodada de abertura.

Os clubes foram divididos em três grupos com cinco equipes, que jogam entre si e classificam para a segunda fase os quatro com as melhores pontuações em seus respectivos grupos. A segunda fase será marcada por dois hexagonais. A partir da terceira fase a disputa será pelo critério de mata-mata. A final terá apenas uma partida.

Um outro fato que chama a atenção na disputa é o limite que foi criado para a utilização de jogadores com mais de 23 anos em uma partida. Cada equipe só pode mandar a campo cinco atletas nascidos antes de 1991. Tal impedimento chama a atenção pelo fato de a competição ser profissional, e a cláusula, que foi aprovada pelos clubes participantes no Conselho Arbitral. Enfim, vamos ter um campeonato profissional onde os profissionais são barrados pelo regulamento. Verdade. Por incrível que pareça.

O suíço Jean-Jaques Rousseau, destacado filósofo do Século XVIII, escreveu no romance - A Nova Heloísa - uma frase que se encaixa bem no momento do futebol pernambucano: "Tudo é absurdo, mas nada é chocante, porque todos se acostumam a tudo".

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Copa 2014
Fracasso de obras em Manaus era previsto
postado em 13 de agosto de 2013

  • Divulgação

    Imagem aérea de obras na Arena Manaus - o projeto para obras de mobilidade urbana na cidade falhou

    Imagem aérea de obras na Arena Manaus - o projeto para obras de mobilidade urbana na cidade falhou


Do UOL Esporte


Questionado por senadores durante sabatina na Subcomissão Permanente da Copa de 2014 do Senado sobre a revelação do UOL Esporte de que o projeto para obras de mobilidade urbana em Manaus falhou e foi refeito a 10 meses do Mundial, o ministro do Esporte afirmou que "sabia que isso ia acontecer". "Já achava que isso ia acontecer. Não recebi nenhum relatório oficial, mas sabia dos problemas que as obras por lá enfrentavam, principalmente por falta de recursos federais e problemas de licenciamento ambiental nos projetos", disse Aldo Rebelo.

De acordo com o ministro, problemas na adequação de projetos e outros entraves burocráticos atrasam o repasse dos financiamentos federais para os projetos. "Acredito que por isso foi lançado este novo plano de obras. O governo e a Prefeitura de Manaus contam com todo o nosso apoio para levar a cabo este novo plano", afirmou Rebelo.

O ministro afirmou ainda que o cronograma de execução das obras  na Arena Amazônia e na Arena Pantanal, em Cuiabá, preocupa do governo. Apesar disso, o ministro acredita que é possível compensar os atrasos no final do projeto. "A parte elétrica pode ser feita junto com a hidráulica, por exemplo, e outros ajustes como este são possíveis", disse Rebelo.

Manaus, uma das 12 sedes da Copa do Mundo de 2014, possuía um dos mais avançados planos de obras de mobilidade urbana entre as cidades que irão receber o mundial de futebol, aprovado em janeiro de 2010.

Até esta segunda-feira, porém, as duas principais intervenções previstas no projeto, cujo orçamento somado estava na casa dos R$ 2 bilhões, ainda não haviam saído do papel. Para resolver a questão, propõe-se, a dez meses da Copa, um plano alternativo, que custará mais R$ 1 bilhão, com dez obras, estas sim com possibilidade de estarem concluídas a tempo.

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