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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
O que seria do futebol se o torcedor não fosse parcial? Mas também existem limites para tal parcialidade. Tenho acompanhado, com bastante atenção, as reações de torcedores, dirigentes e cronistas esportivos ao fato de o consórcio que administra a Arena Pernambuco trazer o clássico carioca - Botafogo x Fluminense - para ser disputado no Recife, no próximo domingo.
Bom! Apesar do encantamento e das emoções que nos proporciona, o futebol é um grande negócio, faz parte da indústria do entretenimento, um dos seguimentos que apresenta maior crescimento na economia capitalista. Uma das caracterÃsticas de economia de mercado é a "produção e consumo de bens e serviços estabelecidos pela interação entre oferta e demanda".
A construção de novas arenas representa um fato novo no futebol brasileiro, uma abertura de mercado. Não são clássicos de clubes de outros Estados, que irão diminuir a fidelidade do torcedor pernambucano. Reconheço que, no impacto inicial provocado pela notÃcia da realização do clássico carioca no Recife, pensei dessa, mas o assunto me levou a uma reflexão, e a uma revisão de conceitos. Afinal, o futebol não pode ser tratado apenas como fomentador de paixões.
Quando o presidente Collor abriu o mercado para a importação de produtos estrangeiros, o primeiro boato a se espalhar na praça foi o de que seria o fim da indústria automobilÃstica brasileira. O tempo nos mostrou que, "o princÃpio do fim" trouxe uma série de ganhos para o consumidor. Enfim, os carros nacionais melhoraram a qualidade para suportar a concorrência dos importados.
Semana passada, durante almoço, ouvir do jornalista, Lenivaldo Aragão, amigo e profissional pelo qual tenho grande estima e respeito, que não alimentava bons sentimentos em relação ao futuro do futebol pernambucano. Falamos sobre a estrutura dos nossos clubes, da Federação, dos pensamentos e das ações dos dirigentes, que se revelam impotentes diante do desafio de promover um salto de qualidade no futebol estadual.
Os clubes pernambucanos têm uma estrutura arcaica e viciada, enquanto a Federação segue, dentro de uma disciplina exemplar, todos os ensinamentos impostos pela CBF. Resumindo: o futebol pernambucano sobrevive graças a um balão de oxigênio que leva o nome de "Programa Todos com a Nota", que é bancado pelo Governo do Estado.
Existem outras ações impostas pela CBF, e pela televisão, que são mais maléficas e determinantes para a falência do futebol nos Estados do Norte e Nordeste do que a simples realização de jogos com equipes de outros centros.
Grandes artistas da música brasileira fazem shows em qualquer parte do PaÃs, de metrópoles a pequenas cidades do Interior.
O desafio é ter competência para se estabelecer, num mercado competitivo, como clube de Primeira Divisão. Neste ponto concordo com o Lenivaldo: o cenário atual nos leva ao pessimismo em relação ao futuro.
Ricardo Feltrin %u2013 colunista do UOL
Durante o segundo tempo da partida em que o Brasil se sagrou campeão da Copa das confederações, quando já estava claro que o resultado era "batata", um emissário do Palácio do Planalto presente ao Maracanã se encontrou em sigilo com um representante da CBF e disse que a presidente Dilma estava se "oferecendo" para receber toda a seleção em uma recepção de gala na segunda-feira por volta da hora do almoço.
Não seria nada demais, uma vez que já é uma tradição que seleções campeãs em torneios oficiais sejam recebidas pelos presidentes da República em exercÃcio. Tem sido assim desde a ditadura, aliás. O que ocorreu, porém, foi que o representante da CBF contatado pelo emissário do Planalto era um fiel escudeiro de José Maria Marin, presidente da entidade esportiva e inimigo "figadal" de Dilma depois que a presidente por várias vezes se recusou a recebê-lo para audiências ou mesmo um cafezinho.
Assim que foi informado do interesse de Dilma, Marin chamou Felipão e informou que oficialmente estava dispensando toda a seleção assim que a cerimônia de encerramento da Copa terminasse. Felipão, que nem sequer sabia do interesse de Dilma na visita dos campeões, repassou o aviso à comissão técnica, que por sua vez repassou aos jogadores.
Antes que o prato esfriasse, Marin se vingou de Dilma ao não lhe dar o gostinho de tirar uma "lasquinha" da impressionante campanha da seleção na Copa das Confederações.
Durante o programa "Bem Amigos", exibido na segunda-feira, no SporTV, o atacande Fred ressaltou a importancia do trabalho motivacional feito pelo técnico Luiz Felipe Scolari e pelo seu auxiliar, Carlos Alberto Parreira.
Domingo, dia da decisão da Copa das Confederações, cada jogador recebeu esta carta que publicamos abaixo: