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A sociabilidade das arquibancadas
postado em 10 de junho de 2013
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, A SOCIABILIDADE DAS ARQUIBANCADAS


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


Uma excelente matéria publicada no jornal paranaense Gazeta do Povo, de autoria da jornalista Adriana Barros, sobre a violência no futebol, trouxe-nos alguns dados interessantes, e que motivou a procedermos com uma análise justamente em um período que as nossas organizadas receberam um alvará de soltura.

Na realidade o país está cuidando de suas grandes arenas, alguns pontos da infra-estrutura e vem esquecendo da sociabilidade das arquibancadas, que deveria ser o maior legado para o futuro de nosso futebol.

Em nenhum momento de nossa história tivemos tantos casos de intolerância nesse esporte, e as agressões, ferimentos, vandalismo e as mortes evoluíram nas estatísticas, e hoje se apresentam como fatores da ausência de torcedores dos estádios brasileiros.

No ano de 2012 tivemos 23 mortes relacionadas ao futebol. O país é recordista mundial de mortes ligadas ao futebol, com uma contabilidade de 160 mortes.

Somente entre 2011 e 2012 foram 43 óbitos registrados.

A impunidade, as drogas e a falta de educação formam um triângulo motivador desses acontecimentos. 95% dos processos no país não são finalizados, e isso impulsiona a garantia da impunidade entre os torcedores, que ficam cientes de que não haverá nenhuma penalidade.

Aliado a tais fatores temos um agente que contribui para a violência no futebol que são as instituições que o dirigem, vivendo sempre sendo denunciadas por corrupção. Quando o poder maior não tem credibilidade, os torcedores entendem que esses órgãos não têm as condições éticas necessárias para combater os seus procedimentos e, desta forma, são estimulados ao crime.

Os números são bem claros, principalmente pelo avanço que estão demonstrando, numa clara percepção que o estado perdeu a luta contra a violência. 

O interessante é a existência de um dado nas diversas pesquisas realizadas que a violência é praticada por uma minoria que está situada entre 5% a 7% dos torcedores organizados, mas, apesar disso, as brigas nascidas nas arquibancadas evoluíram de forma geométrica.

Os dados demonstraram alguns números que são bem importantes para o estudo sobre o assunto.

A média de idade desses torcedores/criminosos está situada entre 15 e 24 anos, O grau de escolaridade varia entre a 5ª série do Ensino fundamental ao 2º ano do Ensino Médio, sendo que 75% estão desempregados.

Quanto ao gênero, 86% a 90% são homens, e estão relacionados com o crime através do cambismo, consumo de drogas, tráfico de armas e drogas. Preparam-se para os combates, utilizando as redes sociais para marcar os confrontos, e treinam lutas marciais e táticas militares.

Um verdadeiro crime organizado para ser combatido, e que tem conquistado pela ineficiência do estado um pedaço bem grande do futebol nacional.

Os que fazem a Copa do Mundo estão pensando muito em aparências e perfumarias, esquecendo o seu maior problema que é a sociabilidade das arquibancadas, que seria sem a menor dúvidas o maior legado.

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Seleção Brasileira
Mais trabalho!
postado em 10 de junho de 2013

PAULO VINÍCIUS COELHO - FOLHA DE SÃO PAULO


Neymar passou somente os quatro minutos iniciais do jogo como ponta-de-lança, pelo meio, um pouco atrás de Fred. No quinto minuto, já estava na ponta esquerda, setor em que o técnico da França, Didier Deschamps, julga ser mais difícil marcá-lo. Não foi tão difícil assim.

A observação de Deschamps sobre o melhor jogador do Brasil é imprecisa. Neymar era impossível de marcar em qualquer posição do campo, entre 2009 e 2012. O Neymar de 2013 é mais fácil de marcar.

Isso pode mudar rapidamente dependendo de duas circunstâncias. A primeira é a maior concentração do atacante do Barcelona em suas sessões de treino, combinada ao menor número de compromissos fora de campo. A segunda, o crescimento da seleção brasileira como equipe.

"Neste momento, Neymar precisa cumprir tudo o que se pede taticamente. O Brasil precisa parar de perder, começar a ganhar e então ele poderá se soltar mais", diz o pai do craque.

Em outro exemplo, a Argentina cobrava que Messi fosse a referência de uma equipe inexistente. Hoje, o time existe e Messi joga bem por sua seleção.

Contra a França, Neymar não jogou bem, mesmo atuando pela esquerda, o que desmente a teoria de Deschamps. Reforça a tese de Neymar, o pai. Isso porque a equipe também não brilhou, apesar de mostrar bons momentos.

Teve méritos, como fazer gols em jogadas treinadas durante a semana. O primeiro com uma bola roubada no ataque, estratégia em que Felipão insistiu nos trabalhos em Goiânia. Dos 15 gols da seleção em 2013, é apenas o segundo feito por causa da marcação por pressão --o primeiro com bola roubada no ataque aconteceu em Wembley, contra a Inglaterra.

O segundo da vitória sobre a França, num contra-ataque três contra dois, também nasceu de situação simulada por Felipão no treino de quinta.

Outro mérito é segurar a vantagem sem sofrer gols, diferente do que aconteceu contra Itália, Chile e Inglaterra, no Maracanã. Vencer dá confiança e é importante entrar na Copa das Confederações sem o peso dos três anos sem vitórias em clássicos.

Mas não é de se contentar com isso. A seleção precisa controlar mais as ações no meio de campo, encontrar espaços nas linhas espremidas dos adversários europeus.

Isso também vale para Neymar. Pela esquerda, o mais talentoso jogador do Brasil fica refém da linha lateral, que diminui seu espaço. Como ponta de lança, está mais perto do gol. É melhor.

Mas melhor ainda será quando Neymar voltar a jogar tudo o que pode. Mesmo sem ser neste momento o craque que o Brasil conheceu, Neymar já foi responsáavel por seis dos 15 gols da era Felipão --marcou três e deu três assistências. Imagine sua importância se voltar a jogar tudo o que sabe.

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Copa das Confederações
Recife recebe decoração
postado em 09 de junho de 2013

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO PCR


A Prefeitura do Recife implanta, desde sábado, em sete áreas da cidade, a decoração oficial da Copa das Confederações da Fifa. Serão colocadas 375 peças nas proximidades de Aeroporto, avenidas Boa Viagem, Agamenon Magalhães e Abdias de Carvalho, entorno do Marco Zero, acessos à Arena Pernambuco e estação de metrô Cosme e Damião.  Os detalhes foram divulgados pelo secretário-executivo de Copa e Legado, Danilo Moreira, em entrevista coletiva na manhã da sexta (7).

 

Elaborado pela Fifa, o material faz parte do Programa de Decoração Oficial da sedes e tem o objetivo de %u201Cvestir%u201D a cidade para o torneio. %u201CAs peças serão colocadas em locais estratégicos, escolhidos juntamente com a Fifa, onde a  maioria dos torcedores e turistas vai passar%u201D, explica Moreira. A instalação da decoração deve durar cinco dias e será feita à noite, para minimizar possíveis transtornos ao trânsito.

 

Serão implantadas 75 peças entre o Aeroporto Internacional do Recife/Guarararapes-Gilberto Freyre e a praia; 75 na avenida Boa Viagem, do Parque Dona Lindu à avenida Antônio de Góes; 25 na avenida Agamenon Magalhães, entre o Clube Português e a ponte João Paulo II; 26 na Abdias de Carvalho; 74 no acesso ao Marco Zero, incluindo as pontes Buarque de Macedo, Maurício de Nassau e 12 de Setembro (%u201CGiratória%u201D); 74 entre o Aeroporto e a Arena Pernambuco; e 26 no entorno da estação do Metrô Cosme e Damião. Outras 25 ficarão como reserva.

 

Apresentada na forma de banners de PVC com 80 cm de largura por 2,20 metros de altura, a decoração será colocada nos principais pontos estratégicos de movimentação de torcedores. A identidade visual da Fifa inclui mensagens de boas-vindas aos visitantes, o nome da cidade-sede, a marca do evento, o mascote oficial (Fuleco) e os patrocinadores. %u201CA decoração ficará nas ruas até o final do mês%u201D, informa a gerente-geral de Marketing e Eventos da Secretaria de Esportes e Copa do Mundo, Mayse Cavalcanti.

 

Balanço de ações

 

Desde janeiro, a Prefeitura do Recife já investiu R$ 15 milhões em ações relativas à organização da Copa das Confederações da Fifa. Mais de 2 mil servidores municipais, de 21 secretarias e órgãos, estão envolvidos no trabalho, que é coordenado pelo Comitê Gestor da Copa no Recife. As atribuições municipais incluem a realização das exibições públicas dos jogos, a preparação das rotas protocolares e dos Campos Oficiais de Treinamento (COTs), proteção às marcas, voluntariado, campanhas preventivas, capacitação, meio ambiente, segurança, transporte e mobilidade e turismo.

 

Do total investido, R$ 7 milhões se referem às exibições públicas dos jogos da Copa das Confederações, que acontecerão em oito arraiais juninos (Sítio Trindade, praça do Arsenal, Parque Dona Lindu, Peixinhos, Pátio de São Pedro, Várzea, Ibura e San Martin), como forma de levar o %u201Cclima%u201D da Copa ara toda a cidade e incluir os torcedores que não comprarem os ingressos para ter acesso à Arena Pernambuco. A verba contempla também as ações promocionais que acontecerão no Sítio Trindade, Parque Dona Lindu e Nascedouro de Peixinhos.

 

Outros R$ 5,8 milhões estão sendo investidos na preparação das principais vias públicas que serão usadas para a Copa das Confederações da Fifa, ligando locais como aeroporto, setor hoteleiro, Campos Oficiais de Treinamento e Arena Pernambuco. Além disso, a Prefeitura investe R$ 1,2 milhão na preparação dos COTs (CT do Náutico, CT do Sport e estádio do Arruda) que serão usados pelas seleções durante o torneio.

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Brasileiro Série B
O lobby de Collor para o CSA
postado em 09 de junho de 2013
Por  Samarone  Lima

Amigos corais, perdão pela ausência desde o tricampeonato. Perdi celular, o notebook quebrou, bebi tudo o que estava disponível em todos os bares, faltei ao trabalho algumas vezes, tive dezenas de idéias para textos gloriosos e não escrevi nenhum, enfim, não é todo dia que somos tricampeões em cima da cachorra de peruca. Foram dias indescritíveis.
Estou de volta ao batente, depois de levar dois cascudos de Dom Inácio e esculhambações nada agradáveis do senhor Gerrá Lima.
Pois bem. Hoje trato de nossa mania de pobreza.
**
Vejo a Folha de São Paulo do dia 30 de maio de 2013. Vejo a manchete com perplexidade, espanto e terror:
"Após lobby de Collor, Caixa (Econômica) investe R$ 1 mi em time alagoano da Série B".
Tem uma foto de Color assinando como "testemunha" o contrato da Caixa com o ASA de Arapiraca, do interior de Alagoas.
Vamos ao texto:
"O senador Fernando Collor (PTB-AL) usou seu prestígio político no governo Dilma Roussef para intermediar um patrocínio de R$ 1 milhão da Caixa Econômica Federal ao clube Asa de Arapiraca, do interior de Alagoas.
A equipe está na Série B, nunca disputou a primeira divisão e pertence a um estado onde as maiores torcidas são dos times da região Sudeste.
Collor, que não é da direção do clube, fez reuniões com dirigentes da Caixa e chegou a assinar o contrato do patrocínio ao lado do gerente regional de Marketing do banco, Gerson Bordignon.
O ato foi celebrado ontem, no intervalo da partida em que o ASA foi goleado por 3 x0 pelo Palmeiras".
No final da matéria, a informação crucial:
"A Caixa só apoiava cinco clubes de maior porte: Flamengo, Corínthians, Atlético-PR, Avaí e Figueirense. Collor também promete levar verba do banco ao CRB de Maceió, que disputa a Série C".
Sublinhei as coisas que acho interessantes para um estudo de caso. Collor usou o seu "prestígio político" no governo Dilma e "fez reuniões com dirigentes da Caixa". Por último, já está articulando patrocínio para o CRB, que está na Série C.
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Então vamos à mesma Folha de São Paulo, do dia seguinte (31.05.2013):
"Depois de Collor, Henrique Alves quer verba da Caixa para times do RN".
Vamos ao texto:
"O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardlo Alves (PMDB-RN), disse ontem, pelo Twitter, que pediu patrocínio da Caixa Econômica Federal para os dois principais times de futebol de Natal: ABC e América, ambos da Série B do Campeonato Brasileiro.
A "razão" para o pedido foi o patrocínio da Caixa ao ASA de Arapiraca, time do interior de Alagoas".
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Fechemos todas as aspas.
Um ex-presidente que saiu após um impeachment (faz tanto tempo, que nem sei se escrevi certo) consegue dar a volta por cima, se elege senador e faz lobby para um time do interior de Alagoas. Está lá, pegando R$ 1 milhão para os cofres do ASA e já anunciando que vai conseguir mais para o conhecido nacionalmente CRB.
Não tenho nada contra o povo ou a cidade de Arapiraca, mas qual a importância do ASA para o futebol brasileiro? Produziram algum Ramon, algum Givanildo, algum Rivado, algum Ricardo Rocha, assombraram a mídia nacional e internacional com sua torcida, sua história, sua resistência às desgraças futebolísticas? Imaginam o que é um Arruda lotado? Conseguiram ser a 39a torcida que bota mais gente em estádio do mundo?
Henrique Alves, outra cria da subpolítica nordestina quer também o dinheiro público para dois grandes clubes da história do futebol nacional: ABC e América. Só falta o Renan Calheiros entrar na parada e pedir patrocínio da Petrobrás para o CSA!
**
Agora olhemos para nossa realidade.
O Santa Cruz é louvado por grande parte da mídia nacional como "A torcida mais apaixonada do Brasil". Temos história, temos tradição, um estádio monumental, uma torcida doida do juízo. É a segunda camisa mais vendida da Pênalty, mesmo com preços de torcedor do Manchester United.
Temos senadores, deputados, temos empresários riquíssimos, gente influente, temos um dos maiores mercados publicitários do Brasil, Suape está cheio de empresas cheias da grana, mas...
O que falta para sairmos desse discurso miserê?
Para mim, duas coisas essenciais, para quem quer ser grande no futebol - atitude e estratégia. Não temos nem atitude nem estratégia. Para compensar, ficamos contando as moedas e reclamando da vida.
O Santa Cruz parece aquele cara que é bom profissional, todo mundo quer ele por perto, o cara faz milagres com o pouco material que tem para trabalhar, é elogiado, querido, mas jamais estufa o peito para exigir respeito, jamais bate na mesa para botar moral. Prefere sempre pedir um "valezinho" para fechar as contas no final do mês. Pior: acha isso o máximo.
Temos pelo menos um ministro da dona Dilma que foi presidente do Santa Cruz - Fernando Bezerra Coelho. Da bancada federal, temos alguns torcedores do Santa Cruz, inclusive um filho de ex-presidente do Santa, o Mendoncinha. Essa gente não pode fazer uma gracinha com o Mais Querido das Multidões? Será que só assessores de empreiteiras podem fazer lobby?
Pior: só gente como Fernando Collor e Henrique Alves consegue usar a influência política em benefício dos clubes de Alagoas?
Alguém tem o telefone deles, para a redação do Blog do Santinha entrar em contato com eles?
Até quando o discurso-miserê vai se perpétuar no Arruda?
Sinceramente, estou cansado dessa lenga lenga.
Há quantas semanas fomos tricampeões?
Alguém viu algum produto que o clube produziu, para ganhar dinheiro com isso? Uma camisa com os dizeres "Sou tri", a R$ 60,00, será que venderia?
Dia 23 de abril, o Fluminense lançou uma camisa branca, nova, em homenagem aos 30 anos do gol que Assis fez no Flamengo, aos 45 do segundo tempo, no final do Carioca de 2003. Na gola da camisa, os dizeres:
"Recordar é viver".
A torcida cantava sempre:

"Recordar é viver/Assis acabou com você".
Se eu tivesse dinheiro e prestígio, faria uma camisa comemorativa para o título de 2011, outra para 2012 e outra para 2013. As três seriam vendidas num pacote com a faixa de tricampeão. Cada uma teria uma cor e um dizer diferente.
e eu completaria  com um DVD com todos os gols e melhores momentos do campeonato.

Será que iria vender???????????
**temos tudo na mão para termos uma renda extra só precisamos de atitude. Só bilheteria e socio é muito pouco.

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Campeonato Pernambucano
Uma queda substancial
postado em 07 de junho de 2013
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, PERNAMBUCO FOI O OITAVO EM ARRECADAÇÃO DOS ESTADUAIS


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


A Pluri Consultoria divulgou no dia de ontem o segundo trabalho sobre os estaduais de 2013, analisando as arrecadações obtidas.

Minas Gerais teve o campeonato com a melhor média de renda por jogo, R$ 229 mil, valor 4,6 vezes maior que a média nacional. Devemos destacar que os números desse campeonato são o reflexo da fórmula adotada, com menor quantidade de jogos.

O campeonato mineiro teve 72 partidas (contra 202 de São Paulo), sendo o quinto menor em número de jogos no país, mas, mesmo assim, foi o segundo que mais arrecadou, e que praticou o preço mais alto de ingressos.

São Paulo é o retrato da decadência de uma gestão esportiva. Sob a batuta de Del Nero que deseja a CBF, com todo o seu poder econômico, foi apenas o 2º colocado em média de arrecadação, com R$ 174 mil/jogo, conquistando  a liderança em arrecadação total, por conta do absurdo números de partidas.

Verificamos que a arrecadação do futebol de São Paulo, que poderia ser muito maior, é equivalente a soma de 18 campeonatos: Pernambuco, Paraná, Santa Catarina, Ceará, Alagoas, Rio Grande do Norte, Paraíba, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Sergipe, Mato Grosso, Amazonas, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia e Acre.

Um grande destaque para o campeonato paraense, cujo estado foi um dos trucidados pelo sistema, e que sem programas governamentais conseguiu situar-se com a 4ª renda média entre todos os estaduais, e a 6ª arrecadação  total (R$ 7,3 milhões).

O estado de Pernambuco, contemplado com as benesses governamentais, ficou em 8º lugar na média de arrecadação (R$ 54.096) e em 5º na arrecadação total. 

Como o Todos com a Nota tem uma grande influência nos números, se esse programa não fosse computado,  estaríamos entre os últimos colocados.

Por outro lado, 10 estados tiveram arrecadação média inferior a R$ 10 mil/jogo (MA, PI, SE, MT, AM, DF, MS, TO, RO, AC).

Os 10 primeiros foram: Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Goiás, Pernambuco, Pará e Santa Catarina.

Os números serviram para a reflexão da consultoria, que deixou bem claro a necessidade de uma reformulação nessas competições, fato esse que estamos pregando há um bom tempo.

Torna-se necessário que as Federações de diversos estados brasileiros, que se encontram no limbo do futebol,   promovam mudanças para o fortalecimento dos clubes de seus estados, para que esses possam ter uma maior representatividade nacional, e para nós fundamentalmente  que permita e incentive o desenvolvimento dos clubes menores, com calendários racionais e rentáveis que possam dar atividades durante todo o ano.

Fora disso, a ruptura será inevitável.

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