JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br
Na última segunda-feira, a Promotoria de Justiça
de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep) do Distrito Federal,
requisitou ao governo local informações sobre as providências a serem adotadas
para ressassir ao erário o gasto com a aquisição de ingressos e camarotes para o
jogo de abertura do ¨Copo das Confederações¨. O valor ultrapassa a R$ 2.8
milhões.
Como os governantes desse paÃs gostam de torrar o dinheiro da população.
O governador do DF, Agnelo Queiroz, o secretário extraordinário da Copa, Cláudio Monteiro e o presidente da Companhia Imobiliária de BrasÃlia (Terracap), Antonio Carlos Lins, têm o prazo de 48 horas para responder o ofÃcio. A ausência da devolução do valor do erário poderá ser caracterizada como ato de improbidade administrativa.
Para o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), a distribuição de ingressos para personalidades da Capital configura a utilização de cargo público para autopromoção, o que viola o princÃpio da impessoalidade da administração pública. ¨Vizualiza-se, ainda, que a despesa pública não almejou o atendimento do interesse público, motivo pelo qual há desvio de finalidade", explicam os promotores de Justiça do documento.
Entenda o caso:
No dia 2 de abril, a Procuradoria Distrital dos Direitos dos Cidadãos (PDDC) requisitou informações a Terracap sobre a compra de ingressos para o jogo de abertura do evento da FIFA. Em resposta a empresa disse que iria utilizar os ingressos de acordo com programa de relacionamento que possibilitasse reunir os parceiros empresariais do GDF como estratégia de investimento.
Outra justificativa era apoiar o evento, o que representaria o comprometimento da Terracap com o desenvolvimento do Estado, bem como repercutir nas mÃdia nacional e internacional, tarefas, funções e finalidades da empresa. Entretanto, a motivação apresentada- promoção e marketing do GDF- são proibidas pela FIFA, segundo estabelece o regulamento do evento.
Na verdade, o governo de BrasÃlia fez festa com o dinheiro alheio, ou seja, dar mordomias com o recursos públicos.
Que os cofres públicos sejam ressarcidos.
* Fontes: Site do MP do Distrito Federal, e o Blog de Hiltor Mombach.

Folha de Pernambuco - 02/06/2013









