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A verdadeira história de Jonathan Walters
postado em 13 de janeiro de 2013

Por ROBERTO VIEIRA

 

Vejam bem o que é o ser humano. Houvesse aquele britânico, o tal Jonathan Walters, marcado dois gols no Chelsea, ele continuaria o mais completo desconhecido neste mundo. Acaso tivesse perdido uma penalidade máxima, a mesma coisa. Continuaria tão invisível quanto Shaban Haderi ou Edi Rama.

Acontece que Jonathan Walters foi além. Ele deu um peixinho acrobático na entrada da pequena área no primeiro tempo da partida, lance indefensável, estufando as redes. Pena que eram as redes do seu próprio time, o Stoke City. Não satisfeito, com um toque de classe, deslocou novamente o arqueiro de sua equipe na segunda etapa cravando 2x0 para o Chelsea.

Cúmulo do azar. Alguém por sacanagem escalou o rapaz pra bater um pênalti minutos depois. Coisa de amigo da onça. Coisa de quem deseja exterminar a vida do camarada da face do planeta bola. Coisa de Palermo.

E o inocente britânico foi pra bola e perdeu a penalidade máxima. Cruz credo!

Ou será que a história não é bem essa? Será que Jonathan não é tão inocente assim?

É o que insiste o tablóide %u2018The Moon%u2019, da pequena cidade de Moreton, terra de Walters. Os habitantes do Merseyside insistem que Walters sempre foi sujeito ambicioso, sedento por manchetes e reconhecimento. Os repórteres do %u2018The Moon%u2019 não se cansam de mostrar na tela o quase sorriso de Walters ao marcar os gols.

Walters cansou de ser mais um na seleção irlandesa. Cansou de ser mais um no Stoke City. Walters acordou sonhando em ser uma personalidade mundial. Uma astro do youtube. Ficou tão satisfeito com a brilhante idéia que concebeu durante os anos de coadjuvante, que poderia marcar até um hat trick contra suas redes.

Azarado, uma ova!

Inocente, nem pensar!

Walters sempre soube exatamente onde colocar a bola.

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Futebol Pernambucano
Contagem regressiva
postado em 13 de janeiro de 2013

CLAUDEMIR GOMES


Neste domingo começa a contagem regressiva para o início da Copa do Nordeste e do Pernambucano 2013. O torcedor da região sente falta de ver a bola rolando nos estádios locais, embora a televisão fechada tenha uma boa oferta de campeonatos europeus. Mas, para o bem do futebol, o interesse maior do torcedor é pelas coisas nossas. Existe uma expectativa muito grande em relação à disputa simultânea do torneio regional e dos estaduais.

No caso de Pernambuco, que nos últimos anos promoveu uma das melhores competições domésticas do País do Futebol, o saldo não será positivo. O campeonato que era dos melhores foi nivelado com alguns que figuram no grupo dos piores. Todas as apostas são no sentido de que a disputa regional ultrapasse as expectativas, e caso isto venha ocorrer, será decisivo para a extinção dos estaduais.

O projeto da CBF é, em longo prazo, nacionalizar o futebol brasileiro. O modelo vem sendo implantado de cima para baixo, e passa a ser mais abrangente com a abertura de espaço para a categoria Sub 20.

Confesso que nunca vi uma discussão sobre o modelo que vai sendo imposto, com o surgimento de competições a cada temporada. Nunca houve um estudo sobre as regiões. A desigualdade é muito grande.

A Copa do Nordeste está sendo aguardada como a redenção para o futebol da região, que a exceção de Pernambuco já estava com seus estaduais enfraquecidos. O projeto só pode ser aferido quando a bola começar a rolar.

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Artigos
O clube do futuro
postado em 13 de janeiro de 2013
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, O CLUBE DO FUTURO


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


Estamos presenciando um movimento no futebol brasileiro na busca de sua profissionalização.

As exigências do mercado consumidor estão direcionando para que os clubes deixem de lado o amadorismo reinante e passem a adotar gestões profissionalizadas e gerenciadas por pessoas competentes.

O volume de recursos captados pelo futebol já não permite que se brinque de ¨casinha¨, como vem acontecendo na maioria dos clubes, e os reflexos estão estampados em suas dificuldades.

Por outro lado, algumas das nossas maiores agremiações já entenderam que existe uma necessidade real na promoção de um novo processo gerencial, e estão introduzindo-o em suas administrações. Os frutos começam a ser colhidos.

O amador deverá dar lugar ao profissional competente.

Sempre temos discutido que o clube do futuro terá que dar a atenção a três linhas de atendimento para que tenham uma boa gestão. São os chamados fatores, e distribuídos da seguinte forma: Fatores Sociais e de Gestão, Fatores Esportivos e Fatores de Marketing.

Os consultores desportivos destacam que os fatores sociais e de gestão são os mais importantes, o que concordamos, desde que desses fazem parte alguns segmentos primordiais para o sucesso dos clubes, tais como: equilíbrio financeiro, gestão profissional, fayr-play financeiro, fortalecimento financeiro e as suas importâncias na cidade, na região, no país e no mundo.

O clube do futuro será global e não local, sendo que esses últimos tendem a decadência.

Nos fatores esportivos, para que se alcance o ponto de nivelamento em suas atividades, os clubes terão que ter sucesso em campo, como jogos mais atrativos, mais ídolos, títulos, sobretudo nacionais e internacionais, e um trabalho de base bem formatado.

Nos fatores de marketing, destacam-se a imagem das suas marcas, a imagem dos atletas, a audiência em novas mídias, relação com os sócios, relações com as mídias, stakeholders e relações com patrocinadores e investidores.

Trata-se sem dúvida da espinha dorsal para uma boa gestão, e pelo seu conteúdo não pode ser gerenciada por pessoas sem a devida formação, e sim por profissionais de bom nível, que poderão trazer para os seus clubes utilizando-se de tais ingredientes, um caminho de sucesso, com retorno financeiro e estabilidade garantidos.

Certamente teremos o clube do futuro, e aqueles que não os acompanharem sucumbirão perante a nova realidade.

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Seleção Brasileira
Mano recebeu R$ 4,3 milhões de indenização
postado em 13 de janeiro de 2013

SÉRGIO RANGEL - FOLHA DE SÃO PAULO


O técnico Mano Menezes recebeu cerca de R$ 4,3 milhões ao ser demitido da seleção brasileira. No mês passado, o presidente da CBF, José Maria Marin, pagou R$ 2,8 milhões somente de rescisão ao treinador, segundo documento obtido pela Folha.

Desempregado desde então, Mano ainda teve direito a sacar cerca de R$ 1,5 milhão do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), incluindo a multa de 40% paga pela confederação.

Do total, foram descontados R$ 388 mil de Imposto de Renda. Com carteira assinada pela confederação, Mano recebia R$ 517 mil mensais para comandar o time nacional, que atualmente ocupa a 18ª colocação no ranking mundial de seleções da Fifa.

Ele foi demitido no final de novembro por Marin. Desde que assumiu o comando da CBF em março, o dirigente resistia a manter Mano no cargo até a Copa de 2014.

O técnico foi substituído por Luiz Felipe Scolari, que vai receber um salário superior. O valor é mantido em sigilo pela cúpula da entidade.


Rafael Ribeiro/Divulgação/CBF
O técnico Mano Menezes durante jogo do Brasil contra o Japão, na Polônia
O técnico Mano Menezes durante jogo do Brasil contra o Japão, na Polônia

O montante da rescisão de Mano inclui também o pagamento integral do 14º salário. No ano passado, a CBF distribuiu o bônus a todos os funcionários. Em 2011, último ano em que Ricardo Teixeira comandou a CBF, os funcionários receberam 16 salários.

De acordo com o último balanço da confederação, a entidade teve um lucro de R$ 73 milhões em 2011.

Mano foi admitido oficialmente em 1º de setembro de 2010, 20 dias depois de seu primeiro jogo pela seleção. Ao deixar o cargo, o ex-técnico do Corinthians ganhou também 36 dias de aviso prévio, o que correspondeu a um total de R$ 621 mil.

Mano foi a terceira opção de Teixeira para a seleção. O cartola dizia a dirigentes da CBF, pouco antes de deixar o poder, que não acreditava que o treinador teria sucesso na Copa de 2014, no Brasil.

Mano assumiu o cargo após Muricy Ramalho, à época técnico do Fluminense, hoje no Santos, recusar a proposta. Scolari havia sido sondado na ocasião, mas declinou do convite na época.

Após ser demitido, Mano preferiu o silêncio. Ele não deu entrevista para comentar a decisão da diretoria da CBF.

O técnico se limitou a postar mensagens na sua página na internet e no Twitter no dia em que foi demitido. Na última mensagem postada no microblog, o técnico desejava "sucesso à seleção na conquista do sonho maior da nossa torcida que é o título do hexacampeonato de 2014".

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Futebol Brasileiro
Credibilidade internacional
postado em 12 de janeiro de 2013

CLAUDEMIR GOMES


As estatísticas que estão sendo divulgadas pela Federação Internacional de História e Estatística do Futebol - IFFHS - trazem dados positivos para o futebol brasileiro. Ontem foi apresentado o resultado do estudo que apontou os melhores treinadores do futebol mundial no século XXI. O escocês, Alex Ferguson, aparece em primeiro lugar, e a soma de conquistas nos últimos doze anos dispensa comentários e torna a escolha inquestionável.

Entre os brasileiros o melhor colocado é o atual técnico da Seleção, Luiz Felipe Scolari. Por coincidência, o segundo técnico nacional com melhor pontuação é o atual coordenador da Seleção, Carlos Alberto Parreira. O título mundial de 2002 e o fato de ter levado a seleção portuguesa às semifinais da Copa de 2006 foram decisivos para a boa pontuação de Felipão.

Sem discutir os critérios da pesquisa, o fato de o comando da Seleção Brasileira está sob a responsabilidade dos dois treinadores nacionais mais conceituados internacionalmente passa a ser um cartão de apresentação que impõe respeito a qualquer adversário.

Este, inclusive, é o maior trunfo a ser usado pela CBF na Copa das Confederações. A capacidade da dupla é indiscutível, o que falta agora é encontrar tempo para que eles possam realizar um bom trabalho.

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