Histórico
Acontece
Sentimento do torcedor pela saída de Mano
postado em 26 de novembro de 2012

A charge é de Humberto, do Jornal do Commercio.

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Brasileiro Série A
Um placar e dois sabores
postado em 26 de novembro de 2012

CLAUDEMIR GOMES



Até os relógios dos árbitros conspiraram: os jogos do Náutico com o Bahia e do Sport com o Fluminense foram os últimos a serem encerrados na penúltima rodada da Série A. Por ironia, o placar foi igual nas duas partidas: 1x1.

E o que foi bom para os alvirrubros, que com o ponto conquistado selaram a permanência do clube dos Aflitos na Série A, não agradou aos rubro-negros que ficaram mais distantes da Portuguesa na luta contra o rebaixamento, embora o Bahia tenha voltado a ficar sob alça de mira ao não conseguir vencer o Timbu. Olho na televisão, ouvido colado no rádio de pilha e constantes exercícios de soma e subtração.

Passados 16 minutos do jogo em Salvador, Náutico e Bahia já haviam feito quatro substituições - duas em cada lado - forçados por lesões. E na relação perde e ganha, o time pernambucano levou à melhor no primeiro tempo.

Na Ilha do Retiro, o Fluminense que já havia alcançado a meta coletiva, trabalhava para o artilheiro Fred alcançar sua meta individual, que é ser o maior goleador da competição. A defesa do Sport deu bobeira e ele deixou a sua marca. Felipe Azevedo empatou o jogo que se tornou dramático no segundo tempo, quando o goleiro Diego Cavalieri frustrou a desejada vitória leonina com defesas milagrosas.

Diferente do jogo do Recife, os gols no estádio da Pituaçu, em Salvador, aconteceram no segundo tempo. O Bahia marcou de frente, mas para o bem da "nação" pernambucana, o Náutico empatou. O final da história só domingo, no Clássico dos Clássicos.

ATÉ O FIM - A semana será pequena para as teorias de conspiração. Sport (41), Portuguesa (44) e Bahia (44) seguem na briga para escapar do rebaixamento. O rubro-negro pernambucano é o único que não depende apenas do seu resultado, e vai disputar um clássico com o seu arquiinimigo.   

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Futebol Pernambucano
Ausência de debates no processo eleitoral
postado em 26 de novembro de 2012
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, A AUSÊNCIA DO DEBATE NO PROCESSO ELEITORAL DOS CLUBES


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


No próximo mês de dezembro, dois dos chamados grandes clubes de Pernambuco estarão realizando eleições para a sua diretoria executiva e demais órgãos.

Ambos com chapas de oposição, que na lógica da política deveriam incremetar um bom debate através da apresentação de seus projetos.

Infelizmente, nem do lado do Sport Recife nem do Santa Cruz, detectamos algo de concreto na apresentação de ideias, tanto da situação como dos oposicionistas.

Uma eleição serve para que o associado possa realmente analisar o que é de melhor para o seu clube, e decidir se apoia o continuismo ou então renova em busca de melhores dias.

No tricolor do Arruda, o debate se dá apenas em contratações de treinadores, o que na verdade é muito pouco para um clube que enfrenta uma situação bem difícil em sua vida financeira.

O associado do clube não quer saber apenas se fulano ou beltrano comandará o futebol coral, e sim os projetos para saneamento de suas dívidas, para captação de recursos, do programa sócio-torcedor, entre outros. Enfim, ele deseja tomar conhecimento do que será o seu futuro.

Com relação ao rubro-negro da Ilha do Retiro, o seu sócio eleitor deseja conhecer os projetos para a sua recuperação. Qual o planejamento estratégico para os próximos dez anos, e o debate não pode se concentrar no projeto pirotécnico da transformação do clube em uma grande imobiliária.

O discurso do candidato da situação inexiste, desde que fica muito difícil defender o que não aconteceu, tendo em vista o apequenamento do Sport Recife nesses últimos anos, principalmente na atual gestão.

A oposição tinha a faca e o queijo nas mãos para conduzir bem o processo eleitoral, aproveitando o desejo de mudança do associado do clube, a fim de apresentar um plano de trabalho que priorize o associado que foi relegado pela atual casta que o comanda, alijando-o totalmente de sua vida.

Tornava-se necessário um seminário para que fossem debatidos todos os seus problemas, com palestras e ouvindo os associados, e daí sairiam os itens mais importantes para que o Sport volte a ser realmente o Sport Club do Recife, e não uma empresa imobiliária.

Na verdade, precisamos de um bom debate para que os sócios possam definir o que desejam para o seu clube, e tratar apenas de treinadores e de um projeto imobiliário é muito pouco para agremiações que vêm em curva descendente, e precisam realmente de um motor propulsor que as leve para outro patamar.

Portanto, senhores candidatos, vamos ao debate.

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Brasileiro Série A
Confronto de opostos
postado em 25 de novembro de 2012

CLAUDEMIR GOMES



Mesmo desacelerado o Fluminense, que entra em campo escudado num título conquistado com quatro rodadas de antecipação, é um adversário que assusta o Sport que, mais uma vez jogará pressionado, com a obrigação de contabilizar os três pontos em disputa. O confronto de um time campeão com um que luta para fugir do rebaixamento traduz, com fidelidade, a construção de suas histórias na competição.

O rubro-negro pernambucano povoa a zona de queda há dezoito rodadas, por outro lado, o tricolor carioca esteve durante todo este tempo no G4. Diante de trajetórias inversamente proporcionais fica difícil fazer um prognóstico sobre o que pode acontecer hoje à tarde, na Ilha do Retiro.

É natural que todo time relaxe após alcançar a meta estabelecida na competição, e com o Fluminense não seria diferente, contudo, jogadores, dirigentes e o técnico Abel Braga adotaram o discurso da moralidade, do respeito. Asseguram que buscarão a vitória como se ainda não tivessem colocado a faixa de campeão no peito. Acredito que, na prática, ninguém entrará em bola dividida.

O jogo é decisivo apenas para o Sport, e este foco não pode ser tirado. Sérgio Guedes deu um novo perfil ao time rubro-negro, que tem atuado com a postura que deveria ter adotado desde o início da competição.

A semana foi marcada por muitas análises e elucubrações. O pressuposto é bem diferente da realidade do jogo. Ao torcedor resta a obrigação de ir ao estádio e ajudar o Leão a superar o campeão. Missão difícil, mas não impossível.

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Artigos
O "santo" Mano Menezes
postado em 25 de novembro de 2012
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, O ¨SANTO¨ MANO MENEZES


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


¨A hipocrisia Ã© uma homenagem que o vício presta a virtude¨. (Frase de François Rochefoucauld)

Na última sexta-feira, e no dia de ontem, ouvimos e lemos muitas coisas sobre a demissão do treinador Mano Menezes, e ficamos surpresos com a hipocrisia de alguns no tratamento jornalístico do assunto.

De repente, como em um passe de mágica, o treinador tornou-se o mais capaz para dirigir a seleção da CBF, e que sua demissão não teria acontecido. Foi canonizado.

O que mais nos espantou é que boa parte desses comentários partiram de profissionais reconhecidamente sérios e independentes, que mudaram a casaca de um dia para o outro, esquecendo tudo que aconteceu no período de Mano Menezes à frente do time de futebol da casa da Barra da Tijuca.

Fizemos um levantamento sobre o período do trabalho desse treinador, e os números, na realidade, não conseguem dar a visão demonstrada por alguns jornalistas.

Foram dois anos e quatro meses no comando do time de Marin/Del Nero. Nesse período conseguiu 27 vitórias em 40 jogos, mas em nenhum deles sobrepujou um dos chamados grandes do futebol. Perdeu seis vezes e empatou seis.

Suas grandes conquistas foram contra a Seleção C da Argentina, na disputa do mico Super Clássico das Américas.

Perdeu a Copa América e Olimpíadas. Convocou 102 jogadores (13 goleiros), e entre esses alguns que causaram estranheza, tais como Bruno Uvini, Hulk, Cicero, Fabio (reserva do United), Durval (que segundo os conspiradores foi um dos motivos de sua demissão), Dudu, Ederson, Douglas do Shakthar, Douglas do Corinthians, Felype Gabriel (reserva do Botafogo), Fernandinho, Jadson, Lucas Leiva entre outros.

Todo o Brasil comentava a sua proximidade com Carlos Leite que, na verdade, era seu empresário e que tinha muita força nas convocações. Na época em que ele assumiu Thiago Neves, as convocações surgiram e esse tornou-se titular.

Coincidências da vida.

Na verdade demorou dois anos para armar uma coluna do futuro time da CBF, e mesmo assim os resultados só eram positivos contra Iraque, China e outros menos votados.

Com referência à sua demissão, só discordamos do procedimento como foi realizada, desde que cozinharam o galo, deixaram-no na panela e de maneira despudorada comunicaram por telefone.

Merecia logicamente uma maior consideração, mas isso não podemos esperar dessa dupla que está mandando no futebol nacional, principalmente por Marin, cujo passado todos conhecem e que certamente não poderia trazer para o futebol nacional nada de positivo. Que a família do jornalista Wladimir Herzog o diga.

Infelizmente o tratamento dado a demissão do treinador não enriquece a imprensa esportiva, desde que tiveram uma metamorfose camaleônica de um dia para o outro.

Concluímos com uma frase do poeta Fernando Pessoa: ¨O público não quer a verdade, mas a mentira que mais lhe agrade¨, e essa foi dita nesses últimos dias.

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