Histórico
Brasileiro Série A
Para manter o embalo
postado em 27 de outubro de 2012

CLAUDEMIR GOMES


O Sport está num processo de reabilitação na Série A, vem de duas vitórias que lhes aproximaram do Bahia, primeiro clube fora da zona de rebaixamento. Tais evidencias são mais que suficientes para os rubro-negros apostarem em mais um resultado positivo do time de Sérgio Guedes, hoje à tarde, diante do São Paulo, na Ilha do Retiro.

Para aumentar o otimismo, notícias vindas da paulicéia dão conta de que o ambiente no Tricolor do Morumbi não é dos melhores, onde o goleiro, Rogério Ceni, mesmo antes de pendurar as chuteiras, tentou dar uma de treinador, fazendo um jogo de cena numa soberba imperdoável, mas que não chegou a abalar o técnico Ney Franco, que, com tranquilidade e firmeza enquadrou o seu comandado.

Apesar das turbulências, o São Paulo tem um grupo mais qualificado tecnicamente, fato traduzido através dos números de sua campanha, e da meta que é a classificação para à Libertadores. 

Um das coisas que tem levado Sérgio Guedes ao acerto no comando do Sport é o exato dimensionamento que ele deu ao desafio de tirar o clube da desconfortável zona de rebaixamento. Em momento algum vendeu sonhos e ilusões.

A superação é o único meio que o Sport dispõe para aumentar a sequência de vitórias. A participação da torcida será imprescindível para a manutenção deste embalo.


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Artigos
Uma nova pesquisa sobre torcidas
postado em 27 de outubro de 2012
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, UMA NOVA PESQUISA  DE TORCIDAS NA PRAÇA


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


A Ipsos é uma referência mundial em pesquisa de mercado e interpretação de dados. No Brasil é a maior e mais completa empresa de pesquisas ¨survey based¨ do mercado, tendo atuação desde 1997. Em 2001, a Marplan, que era uma das mais respeitadas empresas do setor, juntou-se a essa e constituiram a Ipsos Marplan.

A empresa divulgou no mês de outubro uma pesquisa em 13 grandes praças, sendo 12 regiões metropolitanas e mais um grupo do interior de São Paulo (Campinas, Jundiai, Piracicaba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba).

Fica bem claro que esse trabalho não tem uma abrangência nacional, e o seu universo foi de 50.199.000 pessoas, na soma dessas 13 praças.

Alguns números são bem interessantes, tais como: 74% dos entrevistados torcem por um time de futebol e 23% não torcem. Existe um equilíbrio entre homens (54%) e mulheres (46%). Esse fator foi observado com relação ao Corinthians (M-21% e H-17%), Flamengo (M-19% e H-18%). Com relação aos clubes de Pernambuco, no Sport, o número de mulheres também supera os dos homens, com 3% para as primeiras e 2% para os segundos, no contexto geral das praças pesquisadas.

Com relação aos segmentos sociais, o Sport tem 2% na classe A (de um total de 2.469 mil), 1% na B (de um total de 13.058 mil), 3% na C (de um total de 17.344 mil) e 5% na E (de um total de 4.284 mil). Utilizando-se os mesmos números explicitados por classe, o Náutico tem 1% nas classes de A a C, e nenhum percentual na D, enquanto o Santa Cruz, aparece apenas em dois segmentos com 2% em cada um, ou seja, C e D.

No universo de 37.153 milhões de torcedores, o Corinthians tem 19%, seguido do Flamengo (18%), São Paulo (9%), Palmeiras (6%) e Vasco da Gama (5%). Entre os nossos clubes o Sport aparece com 2% (14º lugar), Santa Cruz 1% (19º lugar) e o Náutico com menos de 1% (21º lugar).

A Ipsos Marplan também investigou as maiores torcidas por região. A pesquisa foi realizada nos 13 mercados e descobriu que nem só a carioca é formada de flamenguistas. O time se apresenta como favorito em outras regiões e em alguns mercados tem mais torcedores do que os clubes locais.

Em Goiânia, o rubro-negro da Gávea tem 20% da torcida, enquanto o Goiás tem 13%. Em Brasília, 52% da população apoia o Flamengo e 58% dos capixabas também preferem o clube carioca.

Na cidade de São Paulo, o Corinthians tem 48%, o São Paulo (23%) e o Palmeiras (15%). No interior pesquisado no estado de São Paulo, o Cortinthians tem 45%, São Paulo (24%) e Palmeiras (13%).

No Rio de Janeiro, as maiores são do Flamengo (55%) e Vasco (16%). No Recife, o Sport com 30% e o Santa Cruz em segundo (18%). Em Porto Alegre, a do Grêmio (55%) e do Inter (44%). Em Belo Horizonte, Cruzeiro (54%) e Atlético-MG (38%). Em Salvador, temos o Bahia (37%) e o Vitória (25%) e em Fortaleza, com o Ceará (26%) e Fortaleza (20%).

Um ponto que deveria ser bem analisado por nossos clubes, está relacionado ao da faixa de idade dos torcedores. Entre os 10/17 anos (6.906 milhões), o Sport tem 3%, o Santa Cruz e Náutico (1%); entre 18/24 anos (5.761 milhões), temos o Sport (3%), Santa Cruz (1%) e Náutico (1%). Entre 25/29 anos (4.149 milhões), o Sport com 2%, Santa Cruz (1%) e Náutico (1%). Entre 30/39 anos (7.032 milhões), o Sport (2%), Santa Cruz (1%) e Náutico (1%).

Na faixa entre 40/49 anos (5.353 milhões), o Sport tem 2%, o Santa Cruz (1%) e o Náutico (0%). Entre 50 a 59 anos (4.204 milhões), o Sport tem 2%, o Santa Cruz e Náutico também  com 2%. Acima de 60 anos (3.838 milhões), os três  possuem 1%.

Podemos observar que os mais jovens torcem pelo rubro-negro pernambucano.

São números que poderão motivar um bom debate, e que se comparados as pesquisas anteriores não oferecem muitas modificações.

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Artigos
Voar mais alto
postado em 27 de outubro de 2012



Clóvis Campêlo

Cinco horas da manhã, o telefone toca. Atendo. Do outro lado da linha, Renato Boca-de-Caçapa, o filósofo coral bradou: "Amanhã, não precisa cortar as asas do Águia de Marabá. Basta voar mais alto".

Fiquei um tanto quanto preocupado, pois voar mais alto tem sido a dificuldade do Santinha nessa Série C. Não temos conseguido nem evitar o voo das bolas sobre a nossa área. Temos tomado gols fáceis de cabeça, na nossa defesa, como o de Valdir Papel, no último jogo contra o Luverdense.

Talvez, no sentido figurado, ele quisesse falar do nosso passado e tradição futebolístico. Mas isso também não tem sido muito respeitado nessa competição. O próprio Águia de Marabá, em 2010, eliminou dentro de casa o Fortaleza, passando por cima das suas tradição e passado de glórias.

Marabá é uma cidade situada no sul do Pará, a 485 quilômetros de Belém, com pouco mais de 230.000 habitantes.

O estádio do Águia, o Zinho de Oliveira, é pequeno, com capacidade para apenas 4.500 torcedores. O campo tem dimensões diminutas. Fundado em 1982, o Azulão, como também é conhecido o time paraense, tem 30 anos de existência e alguns poucos títulos conquistados: campeão da Copa Pará/Maranhão/Tocantis, em 2002, campeão da Taça Cidade de Belém, em 2008, e campeão da Taça Estado do Pará, em 2010.

Portanto, somos mais antigos, temos mais títulos, temos uma torcida bem maior e uma estrutura física mais arrojada. No entanto, dentro de campo, isso pouco valerá, devendo prevalecer a garra e a gana dos nosso jogadores para sairmos de campo com um placar que nos favoreça.

Voar mais alto e domar a Águia, é a solução.

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Acontece
AMÉRICA - O LIVRO
postado em 26 de outubro de 2012


ESTRÉIA NO BLOG - AMÉRICA, O LIVRO


O mestre Roberto Vieira está publicando no seu blog - www.robertoblogdo.blogspot.com.br - capitulos do livro - América Campeão do Centenário. O texto do mestre todos já conhecem e o seu trabalho de pesquisa, que durou dois anos, nos traz a história de uma conquista que estÁ COMPLETANDO 90 ANOS EM NOVEMBRO. GOLAÇO.

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Brasileiro Série A
Kieza falha e Náutico empata
postado em 26 de outubro de 2012


CLAUDEMIR GOMES

A dependência do Náutico dos gols de Kieza é um fato. Ontem, na Vila Belmiro, palco onde nos anos 60 o artilheiro Bita marcou quatro gols para o alvirrubro pernambucano numa memorável vitória sobre o Santos de Pelé, Kieza desperdiçou um pênalti, chutando para o espaço a chance do Náutico somar sua segunda vitória como visitante, e ingressar na zona de conforto, na tabela de classificação.

Com tamanha infelicidade, o empate de zero a zero, que rendeu a soma de um ponto, acabou sendo digerido como um bom resultado, já que na bolsa de apostas, todas as fixas eram colocadas na coluna do mandante.

O técnico Alexandre Gallo acertou no posicionamento tático do time alvirrubro, que além de formar um bloqueio intransponível para o Peixe no primeiro tempo, conseguiu criar boas jogadas ofensivas.

No segundo tempo, as mudanças feitas pelo técnico Muricy Ramalho surtiram efeito, e o Santos passou a ter uma melhor presença em campo, fato que transformou o goleiro Gideão como uma das peças de maior realce no time do Náutico, fazendo defesas arrojadas e milagrosas.

Conclusão: Kieza não é o Homem do Rifle, único jogador a marcar quatro gols em Gilmar dos Santos Neves na vitória por 5x2 do Náutico sobre o Santos na Vila Belmiro.

 

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