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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Pouco importa se o Coritiba foi a campo com um time misto para enfrentar o Sport, ontem à tarde, no Couto Pereira. No registro da Série A, na sétima rodada, consta uma vitória do rubro-negro pernambucano por 3x1, de virada. Tanto quanto o placar, os leoninos comemoram o avanço de cinco posições na tabela de classificação, pulo este que recoloca o Sport na briga por uma vaga na Sul-Americana.
Interromper uma sequência de derrotas e a conquista da primeira vitória como visitante foram outros motivos que tornaram o vestiário do Sport mais alegre. O inÃcio do jogo foi dramático para os comandados de Vágner Mancini que foram envolvidos com relativa facilidade pelo adversário que marcou dois gols em 24 minutos.
Tão surpreendente quanto à pressão exercida pelo Coxa nos primeiros minutos, foi à maneira como o Sport assimilou à pancada e partiu para a reação. Além de marcar o primeiro gol ainda no primeiro tempo, os rubro-negros conseguiram criar outras oportunidades.
Na etapa final, foi notório o dedo do treinador, que corrigiu os erros de posicionamento e acertou em todas as mudanças, o que não aconteceu com o adversário. Ficou provado que técnico também ganha jogo.
CLAUDEMIR GOMES
Muitos dos torcedores do Náutico que estiveram sábado, nos Aflitos, por pouco não enfartaram ao ver o time alvirrubro desperdiçar tantas oportunidades de gol. O goleiro do Fluminense, Diego Cavalieri, fez algumas defesas milagrosas, enquanto o atacante Samuel, que está mais para caneludo do que para craque, mostrou uma eficiência invejável, ao marcar os dois gols do tricolor carioca.
Na saÃda do estádio dos Aflitos pude observar que os alvirrubros apenas lamentavam a derrota, mas sem dar sinais de revolta. Afinal, o Náutico jogou sem o artilheiro Araújo, e todos estão à espera de Kieza.
Ao meu lado, o jornalista Márcio Cruz fazia observações sobre a qualidade técnica dos jogadores. Por ter criado, e desperdiçado várias oportunidades de gol, Souza era o alvo dos lamentos alvirrubro. à importante observar que ele é um segundo volante, e por ter boa qualidade de passe, e bater bem na bola, desempenha, de forma satisfatória, as funções de um meia armador. Contudo, não tem a mesma eficiência como atacante, como finalizador.
O técnico Alexandre Gallo se apegou ao fato de a equipe ter criado várias oportunidades de gol para mostrar o seu otimismo em relação ao futuro. Não resta dúvida de que a presença de alguns dos novos contratados agregou qualidade ao grupo, entretanto, outros profissionais ainda estão a dever. A esperança fica por conta da formação da dupla: Araújo-Kieza.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br
Um dos grandes problemas que os clubes enfrentam está relacionado aos direitos
econômicos de seus atletas.
Muitas vezes esses são apresentados para o mundo do futebol, recebem os salários do clube, e nas negociações esses participam apenas com pequenas fatias, pois os seus direitos econômicos são repartidos para diversas fontes, principalmente os empresários.
Há pouco tivemos o exemplo de Romarinho, que começou a se destacar no Corinthians, e que pertence a três fontes distintas - 40% do clube do Parque São Jorge, 40% do famoso empresário Carlos Leite (empresário de Mano Menezes), e 20% do Bragantino.
Nas negociações de Jucilei, Ralf e Elias, as parcelas maiores ficaram para o mesmo agente, que tinha 50% dos direitos sobre esses. O Corinthians que promoveu os atletas, ficou com uma parte bem pequena.
O melhor jogador do mesmo clube, Paulinho, pertence a duas empresas, com 80% dos seus direitos, e apenas 10% do time paulista e os outros 10% do atleta.
Ontem tomamos conhecimento de mais um jogador fatiado, e que está sendo negociado a revelia do clube. Trata-se de Diego Souza, do Vasco, com 66,7% dos seus direitos pertencentes a Traffic, que está tentando fechar uma negociação com o Spartak de Moscou.
Esse é o novo modelo do futebol brasileiro, onde os clubes apesar de receberem bons valores, não tem a capacidade financeira de contratações elevadas e recorrem aos investidores, que no final dão o bote e ganham a maior fatia de um jogador promovido por esses.
Por ROBERTO VIEIRA
Pode um clube na bucólica ParaÃba.
Desafiar a mais poderosa entidade do futebol brasileiro.
Entidade que atende pela nome de CBF.
Pode esse clube desafiar a CBF e sair cantando de Galo?
Pode.
Desde que esse clube atenda pelo nome de Treze Futebol Clube.
Mais conhecido como o Galo da Borborema.
Pois o Treze.
Contra tudo e contra todos.
Paralisou a Série C do Brasileirão.
Resistiu bravamente a milhares de ameaças.
Veladas e explÃcitas.
Lutou pelos seus direitos no Superior Tribunal da Justiça Desportiva.
E quando viu esgotadas todas as instancias.
Lançou mão da justiça comum.
Sem medo.
Atacado por todos os lados.
Considerado carta fora do baralho.
O Treze foi derrubando seus adversários um a um.
Até que ontem.
Foi admitido como o 21° participante na Série C.
Para espanto dos poderosos de plantão.
E agora?
O Treze tem razão?
Cabe a justiça decidir.
O Treze será reduzido a pó?
Pouco provável.
Quem imagina ser a atitude dos paraibanos surpreendente.
Desconhece o significado do NEGO na bandeira do estado.
Desconhece a história da Aliança Liberal.
A ParaÃba já desafiou o governo central uma vez.
Contra tudo e contra todos.
A CBF?
à a República Velha da vez...
Claudemir Gomes
Enfim, a bola rola na Série C. Em condições normais todo jogo de estréia numa competição é marcado pela ansiedade, imagine após uma torturante espera de um mês. Na atual circunstancia a única coisa que o torcedor do Santa Cruz tem que fazer hoje à tarde, no Arruda, é empurrar o bicampeão para uma vitória sobre o Guarany de Sobral.
O adversário também deve estar estressado com a espera, mas é bom lembrar que o rubro-negro cearense é tinhoso, e gosta de pregar peça. Vamos evitar comparações e viver o momento. O Santa Cruz reforçou o elenco, investiu priorizando a qualidade e tem que fazer valer a sua força. Teoricamente nenhum outro clube da Série C tem a qualidade do Santinha, entretanto, em campo, nem tudo sai como havia sido planejado. Acredito que todos os times estejam sem ritmo de jogo.
A superação será a marca registrada neste inÃcio de disputa. Quem conseguir aliar garra, determinação e técnica, fatalmente somará os pontos em disputa. à dispensável dizer que a torcida tricolor faz a diferença. Mais que nunca o Santa Cruz precisa desta força extra que vem das arquibancadas.