Histórico
Brasileiro Série A
A receita e a lógica
postado em 18 de maio de 2012

Claudemir Gomes

O Campeonato Brasileiro da Série A começa a ser disputado neste sábado, e os dois representantes pernambucanos - Sport e Náutico - estão inseridos no grupo dos que lutarão contra o rebaixamento. Os clubes do Sudeste são os favoritos ao título. Isto é uma imposição da divisão de renda. Desde que o campeonato passou a ser disputado pelo sistema de pontos corridos, em 2003, que o título só foi conquistado por paulistas e cariocas, com exceção do Cruzeiro, campeão daquele ano.

A partir de 2012 as cotas da televisão são negociadas diretamente entre os clubes, de forma individual, e a Rede Globo. Sem o Clube dos 13 intermediando as negociações, a discrepância ficou ainda maior. Para se ter uma idéia, Flamengo e Corinthians, por serem os donos das maiores torcidas do País, receberão cada um, R$ 90 milhões. São Paulo, Santos, Vasco e Palmeiras terão uma cota de R$ 75 milhões.

Grêmio, Internacional, Cruzeiro, Atlético/MG, Fluminense e Botafogo receberão R$ 55 milhões cada. O Sport está no grupo cuja cota é de R$ 30 milhões, enquanto o Náutico junto com Figueirense, Ponte Preta e Atlético/GO terá direito a menor fatia do bolo: R$ 16 milhões.

Naturalmente que o futebol não é uma ciência exata, as coisas não são tão precisas, mas a injusta distribuição de renda torna a disputa um tanto quanto previsível. O campeão dificilmente irá de encontro à lógica.

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Acontece
O Náutico e a Copa do Nordeste
postado em 17 de maio de 2012


Por ROBERTO VIEIRA
 

A FPF e a CBF decidiram:
o Náutico está fora da Copa do Nordeste 2012.
Por critérios técnicos.
O Náutico se classificou em quarto lugar no estadual.
Nada contra o Salgueiro, beneficiário dos critérios.
Nada contra FPF e CBF.
Cada uma na busca da verdade.
Mas a verdade do futebol é bem outra.
Podem tirar o alazão da chuva.
O nome do futebol é dinheiro.
Simplesmente não existe Copa do Nordeste sem o Náutico.
Como não existe Copa do Nordeste sem Sport e Santa Cruz.
Como é impossível Copa do Nordeste sem Bahia, Vitória, Ceará e Fortaleza.
Por que?
Porque o nome do futebol é dinheiro.
Nem falo do tricampeonato regional do Náutico nos anos 60.
Nem falo de um regulamento posto depois de iniciada a competição
- o Náutico não sabia dos critérios anteriormente
- só isso já torna o fato ilegal.
Falo apenas do óbvio ululante.
Alijar uma equipe da Série A do Brasileirão.
Deixar de lado 900 mil consumidores em potencial.
Desprezar a grana da televisão fechada destes torcedores.
É sacudir dinheiro pela janela.
Coisa que nem FPF, nem CBF, nem patrocinadores devem fazer.
Pois o nome do futebol é dinheiro.
Portanto, é hora do bolso falar mais alto.
Se alguém deseja o sucesso da nova competição.
É melhor começar a entender as regras do jogo.
Náutico, Sport, Santa Cruz, Bahia, Vitória, Ceará e Fortaleza.
São sete clubes que não podem ficar de fora.
Com todo respeito ao Salgueiro.
Podem botar o nome do Náutico no Torneio.
Porque o nome do futebol?
É dinheiro...

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Acontece
As controvérsias da Copa
postado em 17 de maio de 2012
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, AS CONTROVÉRSIAS DA COPA

José Joaquim Pinto de Azevedo - blogdejj.esporteblog.com.br


Não existe nada mais bizarro de que essa discussão sobre as obras da Copa do Mundo. Tanta gente falando, cada qual com uma conversa diferente, e o tempo vai se esgotando, poix já estamos chegando na metade do ano de 2012, e faltam apenas dois anos para a realização do evento.

Enquanto a Fifa diz que tudo vai mal, o nosso Ministro reafirma que tudo vai bem, e a sociedade fica nesse vai e vem de informações.

Já cansamos de ouvir falar sobres aeroportos, transportes, mobilidade urbana, segurança, hotelaria, e tudo continua como dantes. Na verdade, a nossa infraestrutura é precária, e não será em dois anos que serão corrigidas as omissões de diversos períodos da República.

Aeroportos sempre foram ruins e irão continuar ruins, e temos que preparar a Copa para conviver com esse problema. Lemos um artigo de Sergio Xavier Filho, da Revista Placar, o qual aborda esse tema, quando afirma que ouviu pessoas experientes em turismo, afirmando que tudo irá correr bem, visto que as viagens de negócios praticamente são suspensas durante a realização do evento. Sobrarão lugares nos aviões. Que assim o seja, então vamos esquecer os aeroportos.

Vamos Ã  mobilidade urbana. Simples de resolver, tendo em vista que dificilmente os projetos serão implantados a tempo. Vamos dar o jeitinho do Ministro e que já está previsto na Lei Geral da Copa, ou seja, feriado em dias de jogos, inclusive férias escolares. Fica tudo resolvido. As ruas livres, e todos poderão se locomover com facilidade.

A Fifa exige hotéis do mais alto padrão para o recebimento de turistas de qualidades duvidosas. Chegamos Ã  conclusão que o que existe no país já resolve, e quem for investir no setor estará construíndo elefantes brancos, pois ao findar a Copa não haverá uma taxa de ocupação para sustentá-los.

O Rio faz um carnaval para milhares de visitantes, assim como Salvador e Recife, e a rede hoteleira os recebem tranquilamente, e certamente esse número Ã© bem maior que do que teremos no mundial. Por conta disso, conclui-se de que não precisamos de mais hotéis, desde o que temos certamente darão para o gasto.

Por outro lado, a segurança será tranquila. Um comboio deverá ser feito para os torcedores, e a nossa polícia tem competencia total para tal. Um roubinho aqui, uma mortezinha ali, já fazem parte do cotidiano das cidades brasileiras, e não será a Copa que irá alterar esse nosso sistema, sendo assim já estamos preparados para realizarmos o famoso evento.

O assunto está resolvido, não precisamos mais de comentários nem de planilhas, e sim de  construirmos os estádios em tempo hábil, já que sem esses não teremos jogos, e sem jogos não teremos Copa, e sobretudo nos prepararmos para a alimentação de alguns elefantes brancos.

Com isso, o Mundial de 2014 já está garantido, e que algumas obras que seriam realizadas do nada para o nada, tenham os seus recursos desviados (não roubados) para a educação, saúde e habitação, porque o  resto são apenas confetes e serpetinas.

Em uma postagem resolvemos todos os problemas. Vamos arrumar um lugar no COL. Lá eles pagam bem.

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Sport
Saída em boa hora
postado em 16 de maio de 2012

Claudemir Gomes

A saída de Marcelinho Paraíba do Sport dividiu a nação rubro-negra. Nada mais natural. Os que analisam o fato pela ótica da emoção se posicionam contra por, desde já, sentirem saudade do ídolo. E lembram jogadas e gols inesquecíveis de sua autoria. Os que enxergam pela ótica da razão, têm consciência de que a relação do profissional com o clube estava se deteriorando, e o momento é adequado para a ruptura da aliança.

Por ser o jogador de melhor qualidade técnico no elenco rubro-negro, era notória a dependência do Sport ao meia armador. Tal fato torna qualquer time previsível. Acredito que não houve um planejamento para a liberação do artilheiro, fato que aumenta o nível de dificuldades que o Sport deverá enfrentar no início da disputa da Série A, cujo primeiro desafio é contra o arquiinimigo Flamengo, sábado, na Ilha do Retiro.

Todo grande time tem um ou mais jogadores como cartão de apresentação. Marcelinho, desde o ano passado, era o cartão de visitas do Sport. Dentre de campo ele correspondeu às expectativas. Mas este ano, levou para o vestiário vestígios do seu abominável comportamento extracampo. No mercado brasileiro não há muitos jogadores diferenciados a disposição, mas nenhum jogador, por mais qualificado que seja, é insubstituível. A recente história do Sport é pontuada por entra e sai de jogadores de boa qualidade técnica. A mutação é permanente em todos os clubes.


Novo treinador


Vágner Mancini é o novo treinador do Sport. O rubro-negro pernambucano foi um dos últimos clubes que ele defendeu quando ainda era jogador. Trata-se de um profissional com passagem por vários clubes - pequenos, médios e grandes. Tem dois títulos estaduais no currículo, e um da Copa do Brasil. Vamos aguardar para ver quais os jogadores que o Sport irá contratar para melhorar a qualidade do elenco. Afinal, treinador só ganha jogo se tiver um grupo de qualidade.

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Copa 2014
Tratamento diferenciado
postado em 16 de maio de 2012

FOLHA DE SÃO PAULO


A incerteza da Fifa sobre as obras nos estádios brasileiros levou a entidade a produzir quatro tabelas diferentes para a Copa das Confederações, a ser realizada em 2013.

A Folha obteve cópia dos quatro modelos: um com seis cidades, outro só com as quatro já anunciadas e ainda duas opções com cinco sedes.

Por enquanto, apenas Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Fortaleza estão garantidas na competição.

Salvador e Recife ainda pleiteiam a chance de abrigar partidas do torneio, que serve como ensaio para a Copa do Mundo de 2014.

A Fifa desenhou duas opções de tabela com cinco sedes: uma com Recife, outra com Salvador, além das quatro cidades já garantidas.

É notória a diferença de tratamento entre as cidades.

Se incluída, Salvador terá um jogo do time nacional e a decisão do terceiro lugar.

A capital de Pernambuco não verá a seleção, tenha o torneio cinco ou seis palcos -nem a disputa do bronze.

A diferença pode se explicar pelo nível de preocupação da Fifa com as obras.

Relatório da entidade considera Recife com "alto risco" de atraso para a Copa das Confederações. Salvador é tida de "baixo risco". Rio, Brasília e Belo Horizonte, "médio risco". Fortaleza é a única à frente no cronograma.

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