Histórico
Brasileiro Série A
Tradição de bons jogos
postado em 26 de maio de 2012

Claudemir Gomes

Os alvirrubros que tiveram o privilégio de assistir os jogos do Náutico na década de 60 recordam do desfile de craques que os confrontos nos proporcionavam. A começar pelos goleiros Lula Monstrinho e Raul, que serviam de mote para boas manchetes de jornais. Era o duelo da Bela contra a Fera. A camisa amarela do goleiro cruzeirense fez história. Naquela época os torcedores dos dois clubes sabiam as escalações dos times de cor e salteado. Uma realidade bem diferente da de hoje, uma vez que os treinadores, Alexandre Gallo e Celso Roth ainda trabalham em busca da melhor formação para Náutico e Cruzeiro, respectivamente.

A história deste confronto começou em 1967. De lá para cá aconteceram 26 jogos com 10 vitórias do Náutico e quatro empates. Todas as vitórias alvirrubras foram nos Aflitos. Para o torcedor que gosta de apegar a fatos e números, vale lembrar que, nas duas últimas vezes que veio ao Recife, o time mineiro amargou duas derrotas, inclusive uma goleada - 5x2 -, em 2008.

A derrota por 2x1 para o Figueirense, na rodada de abertura da Série A, semana passada, foi digerida pela torcida do Náutico como um resultado natural. Por outro lado, a torcida cruzeirense não acatou bem o empate sem gols com o Atlético/GO. Bom! Os dois times precisam da vitória, hoje à noite. O bom seria se tivéssemos a reedição de espetáculos passados. 

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Artigos
Manifesto à Nação Rubro-Negra
postado em 26 de maio de 2012

OS RUBRO-NEGROS QUE SUBSCREVEM ESTE DOCUMENTO, todos com serviços prestados ao clube, cumprem o dever histórico de manifestar de público sua decepção, sua tristeza e sua indignação com os rumos que está tomando o nosso querido Sport Club do Recife. Esses sentimentos não são decorrentes apenas do desastroso desempenho no futebol. Pelo contrário, têm outras causas, muito mais graves e a seguir enumeradas: 

1) O atual presidente do Sport foi eleito para o biênio 2011-2012 com apoio expressivo da comunidade rubro-negra, justo num momento feliz de desenvolvimento de Pernambuco. Dele se esperava uma gestão democrática, que promovesse uma união sem precedentes na história do clube e que aproveitasse essa onda de crescimento econômico atual, bem como, a perspectiva da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Tudo isso para colocar o Sport, definitivamente, no lugar a ele reservado, compatível com a sua grandeza; 

2) Ao invés disso, o presidente começou sua administração ignorando os apelos para que preservasse a autonomia e a missão estatutária do Conselho Deliberativo. Substituiu vários dos seus componentes por pessoas a ele vinculadas, alijando rubro-negros tradicionais, com a clara intenção de aprovar os seus projetos, sem uma discussão aprofundada e independente; 

3) Foi assim que fez passar pelo Conselho o seu %u201Cprojeto%u201D que vai desfigurar o colossal patrimônio de 110 mil m2 de área nobre da Ilha do Retiro e acabar com o clube. Isso porque, ALÉM DA CONSTRUÇÃO DA ARENA, QUE TODOS QUEREMOS E DEFENDEMOS, edificará espigões destinados a negócios, com centenas de ocupantes estranhos, transformando nossa sede numa selva de pedras, em benefício de terceiros, com prejuízo irreparável para o ambiente urbano, para o convívio social e para a prática de esportes olímpicos, golpeando mortalmente as tradições e a razão de existir do Sport. Vale dizer que, no passado, esse mesmo presidente tentou construir prédios residenciais em nossa sede, só não conseguindo porque o Conselho da época era independente e não aprovou; 

4) Bem diferente disso, DEVERÍAMOS CONSIDERAR OUTRO CONCEITO DE ARENA, CERCADA POR UMA MODERNA PRAÇA DE ESPORTES OLÍMPICOS, para a juventude rubro-negra, nossos futuros líderes. Há meios para se conseguir recursos sem abrir mão desse patrimônio colossal, construído com paixão e sacrifício por gerações de rubro-negros. Ao contrário do que está sendo feito, o projeto deveria ser discutido e amadurecido. Nada de %u201CCLÁUSULA DE CONFIDENCIALIDADE%u201D. Os conflitos de interesses teriam que ser evitados e os procedimentos de licitação seguidos, com a fiscalização independente que a ética exige em empreendimentos milionários de agremiações como a nossa, de propriedade coletiva; 

5) Por outro lado, faz-se necessária a contratação de uma empresa de auditoria para investigar todo o processo de compra e construção do Centro de Treinamento de Paratibe, para que seja legalizado e escriturado em nome do seu verdadeiro dono, que é o Sport Club do Recife. 

Finalmente, reafirmamos que os prejuízos decorrentes das humilhantes campanhas no futebol são graves e irreversíveis, mas o tempo haverá de atenuar seus efeitos quando as conquistas vierem. Problema maior é a destruição da Ilha, porque será definitiva. Ações junto ao Ministério Público e na Justiça serão movidas. Entretanto, a esperança de reversão desse quadro está mesmo num amplo movimento de sócios e torcedores, de rubro-negros de todas as classes e de todo o Estado. Esses sim, os verdadeiros donos do Clube. 

PELO SPORT TUDO! 


OBS: SEGUNDO OS RESPONSÁVEIS PELO DOCUMENTO, MAIS DE 300 RUBRO-NEGROS JÁ ASSINARAM O MANIFESTO.


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Brasileiro Série A
O tom da rivalidade
postado em 25 de maio de 2012

Claudemir Gomes

Estamos em plena disputa do maior campeonato do País, a Série A, mas a rivalidade doméstica segue ditando a ordem do dia. Sport e Náutico investiram na contratação de técnicos e novos jogadores visando à disputa nacional. Naturalmente que os dois times ainda estão no processo de montagem. Os treinadores ainda não sabem quais as peças que melhor se encaixam nos seus esquemas, mas as apostas estão nas ruas: Quem fará melhor campanha, Sport ou Náutico? É como se os dois clubes estivessem numa disputa individual, em paralelo.

Ontem, acredito que sem nenhuma pretensão, ouvi um cronista dizer numa das resenhas das rádios, que acredita mais no grupo do Náutico. Pura especulação. O momento requer paciência e nos força a analisar todos os detalhes, da simples troca de peças a complicada mudança tática. Um dos maiores desafios dos treinadores é desconfigurar um plano tático que se tornou padrão num clube. Exemplo: Nelsinho Batista implantou um esquema com três zagueiros no Sport, muito técnicos tentaram abolir, mas não conseguiram êxito.

O mais sensato, no momento, é aguardar os resultados dos trabalhos de Gallo e Mancini.

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Acontece
A Constituição Brasileira e a FIFA
postado em 25 de maio de 2012
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA E A FIFA


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


A Fifa considera-se acima do bem e do mal. Até os seus constantes casos de corrupção são jogados para baixo do tapete. Os cartolas resolvem entre sí e perdoam aqueles que cometeram os ¨equívocos¨.

As leis de um país para essa de nada valem, inclusive as suas Cartas Magnas. A palavra e a caneta de Blatter são superiores.

Como já foi amplamente noticiado, o Brasil de Pelotas, e o Treze, de Campina Grande, ingressaram com uma ação na Justiça contra a CBF, solicitando as suas inclusões na Série C do Campeonato Brasileiro. As liminares foram concedidas.

Na verdade, cumpriram todos os procedimentos legais que são disciplinados pela Constituição do Brasil em seu artigo 217, Inciso IV, quando rege o seguinte: ¨O poder judiciário só admitirá ações relativas à disciplina e às Competições desportivas, após esgostarem-se as instâncias da Justiça Despórtiva regulada em Lei¨.

Nada mais cristalino, e quando esses clubes ingressaram na Justiça Estatal, o fizeram por terem os seus pleitos sido recusados em todas as instâncias esportivas.

O magistrado quando recebe as ações para julgamento procura de imediato saber se está de acordo com a legislação brasileira, e somente a acata quando tem a confirmação, pois se não passou por todos os trâmites desportivos o pleito será negado.

O interessante é que a própria CBF reconheceu esse direito, quando recorreu a Justiça do Rio Grande do Sul, e não foi atendida, assim como ao Superior Tribunal de Justiça, para tentar derrubar a liminar concedida, e teve no dia de ontem o indeferimento em julgamento feito pela Ministra Maria Isabel Galotti.

Se a nossa justiça estatal considerou o direito do clube gaúcho, qual a razão da Fifa atender a José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, e decidir que os paraibanos do Treze e os gaúchos do Brasil. de Pelotas, estão eliminados de todas as competições nacionais e internacionais, por terem acionado a justiça comum em assuntos esportivos?

Não iremos discutir os direitos das equipes de retornarem Ã  Série C do Brasileiro, e sim aqueles que são emanados pela Carta Magna do país, que foi considerado por nossa justiça, inclusive em instância superior, e um simples órgão do futebol passar por cima e afastar os clubes dos eventos esportivos.

Obviamente trata-se de uma chantagem explícita, para que esses recuem e então voltem a participar das atividades esportivas do país, e com isso o Santo André, clube do estado dos cartolas envolvidos, e de pessoas poderosas será alçado a competição em questão.

Não sabemos o grau de coragem dos dirigentes desses dois clubes, mas bem que gostaríamos de assistir a um briga judicial contra essa decisão da Fifa, e até quando a CBF iria contrariá-la.

Nenhuma pessoa que tenha o juízo no seu devido lugar, poderá entender que uma Constituição em vigor no país seja rasgada por um organismo internacional, cuja credibilidade não é lá muita coisa.

Sabemos que as decisões da Justiça Esportiva não são muitas vezes corretas, pelo comprometimento dessa com as entidades de administração, e tirar de um clube a única forma de um recurso legal, realmente é matar o que resta do futebol.

Já nos deram um chute no traseiro, agora o estão dando em nossa Constituição.

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Denúncia
Dinheiro público jogado pelo ralo
postado em 24 de maio de 2012

JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


O Diário de Pernambuco, em seu caderno esportivo, trouxe uma matéria que demonstra a falta de fiscalização e transparência da utilização de verbas da Secretaria de Esportes.

Para nós nada de novo, pois tudo que está escrito pelo jornalista Ed Wanderley já era do conhecimento da sociedade esportiva de Pernambuco, e apenas o órgão gestor não o sabia.

Na verdade, existe um grupo conhecido em nosso estado que há anos vem procedendo de acordo com o demonstrado pelo jornal, que aprovam projetos, cobram comissões de até 40% sobre o liberado e, muitas vezes, os eventos não são realizados e, quando o são, acontecem pela metade.

O Tribunal de Contas do Estado que seria o órgão fiscalizador nada faz. A sua estrutura não permite uma agilidade na fiscalização dos processos, e com isso o tempo vai passando e as falhas entram no esquecimento.

Sugerimos que o Ministério Público Estadual analise tais denúncias e entre no processo investigativo, principalmente nas prestações de contas e nas notas fiscais apresentadas.

Na verdade precisamos de uma resposta, pois o esporte pernambucano não merece tais acontecimentos.

Que a Secretária Ana Cavalcante determine um pente fino em tais projetos, principalmente nas suas prestações de contas. Assim procedendo prestará um grande serviço a Pernambuco.

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